“Se não estou assistindo às aulas, estou livre para fazer o que eu quero!”
- Só me comprometo a estudar enquanto estou na aula!
- Só me envolvo com a escola enquanto estou na classe!
- Só me sinto na obrigação de assumir o papel de aluno enquanto estou na minha classe e durante a aula!
- Sou obrigado a me envolver com a matéria apenas enquanto estou na classe, durante a aula, e olhe lá!
- Eu me sinto obrigado a realizar minhas tarefas escolares somente enquanto estou na classe, durante a aula. Depois disso, faço o que eu quero!
São muitos (muitos mesmo) os alunos que tentam de todas as formas, consciente ou inconscientemente, isolar o ambiente da escola ou mesmo o tempo em que nela permanecem, das demais atividades com que estão envolvidos ou dos locais que frequentam.
São várias as razões para isto, porém uma das mais impactantes consiste em um pensamento recorrente que gira em torno da seguinte indagação: “O que meus colegas vão pensar de mim se me virem falando a respeito de aulas ou estudando nos horários em que não estamos na escola? ” O sentimento de pertencimento a um grupo, a necessidade de ser aceito entre os colegas são aspectos extremamente relevantes para os jovens e, evidentemente, não pode ser bloqueado. Por outro lado, há um estigma associado a uma aparente contradição que foi se cristalizando ao longo do tempo, segundo o qual o bom aluno, aquele que se dedica com responsabilidade, com dedicação aos seus estudos, é posto de lado, é desprezado pelos seus companheiros de classe. Com efeito, salvo algumas exceções, tal estigma realmente atua neste sentido. Como consequência, o aluno se vê forçado a optar, numa dicotomia, entre estudar e ter sua turma de amigos. E esta decisão não é nada fácil. Diga-se de passagem, principalmente na faixa etária dos alunos abrangidos nestas considerações (os adolescentes mais crescidinhos…).
Há no entanto uma boa abertura neste dilema. O aluno não necessariamente precisará abrir mão dos estudos para ter o direito de, digamos assim, se sentir um verdadeiro membro de sua turma. E o segredo desta solução de compromisso reside na organização de suas atividades, com destaque para o tempo de dedicação, técnicas aplicadas e rendimento das atividades voltadas aos estudos. Para que isto aconteça, o aluno poderia atuar como num jogo, porém, bastante realista: ele se torna o projetista, o idealizador, o estruturador de um conjunto de tarefas a curto, médio e a longo prazo. Paralelamente, o aluno também consiste no executor, aquele que age de acordo com os procedimentos e orientações do projetista. Trata-se de uma interessante estratégia através da qual ele se propõe, em primeiro lugar, numa primeira etapa, a organizar seus horários voltados a uma série de atividades, dentre elas, seus estudos fora da sala de aula. Desnecessário é ressaltar que, no âmbito de suas múltiplas “incumbências”, por assim dizer, inclui-se certamente o lazer.
Macroscopicamente, na primeira fase do projeto ele se propõe a estabelecer um quadro de horários o qual procurará seguir de perto. O grau de rigidez, a princípio, não é o elemento relevante, mas sim, sua disposição em estabelecer uma rotina de atividades, criar um conjunto de hábitos nos quais ele procurará se encaixar.
A ideia básica consiste em alocar intervalos de tempo adequados de modo a atender às suas necessidades, às suas exigências diárias. Dependendo do caso, admite-se um certo grau de flexibilização, em maior ou menor grau, destacando-se o fato do projeto em pauta não se destinar a tornar a vida do aluno um engessamento absoluto.
Evidentemente, vários são os fatores de nossas vidas que atuam no sentido de facilmente tirar-nos da rotina do dia-a-dia: intempéries, compromissos que surgem inesperadamente, problemas de saúde, intercorrências, questões familiares – apenas para citar alguns deles. Fatalmente tais fatores rondam-nos constantemente, afetando inclusive nosso aluno. Então, diante desta realidade, o mais adequado seria desenvolver a primeira fase do projeto e procurar seguir o cronograma dentro de um contexto baseado no bom-senso.
No que tange aos estudos, numa segunda etapa, após terem sido estabelecidos os horários de dedicação, esta tarefa mereceria uma atenção especial, com destaque para a execução de ações no sentido de tornar o processo de estudo mais eficiente, mais produtivo, acarretando em consequência melhores resultados.
Citamos anteriormente que cabe ao projetista estruturar um conjunto de tarefas a serem executadas a curto, médio e a longo prazo. No que concerne aos estudos, poderíamos considerar o curto prazo como o estabelecimento de metas que visariam cobrir um período de um a dois meses, ou seja, o tempo envolvido para se preparar para as provas intermediárias. A médio prazo, consideraríamos o semestre ou o ano letivo, e os objetivos a serem atingidos neste tempo. Já para o longo prazo deve-se levar em conta os resultados pretendidos até o final de seu curso: seja o término do segundo grau, seja se preparar para os estudos universitários em termos de bacharelado (o que consumiria cerca de quatro, cinco ou mais anos de curso).
Nós, enquanto mentores, poderemos fornecer o apoio necessário a este nosso projetista – o aluno – além de um acompanhamento mais denso em se tratando de ensina-lo a “aprender a estudar“, auxiliando-o a estruturar suas tarefas, particularmente no que se refere à tão complexa atividade representada pelos estudos, levando em conta motiva-lo, conduzindo-o à aquisição de bons hábitos em se tratando de concentração, de dedicação, de envolvimento com as matérias com as quais se depara, a melhorar seu desempenho e, como decorrência, seu aproveitamento.
Consulte-nos, sem compromisso. Envie-nos um e-mail ou, se assim o preferir, contate-nos através de nosso WhatsApp. Estamos te aguardando.
Lembre-se – o maior beneficiado neste processo é o aluno. Ele só tem a ganhar! Estamos à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas. Trata-se de um serviço de mentoria personalizado, voltado para atender às necessidades individuais do aluno no âmbito do estudo. O lema “aprender a estudar” resume nossa proposta. Ficamos no aguardo!
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Aprenda a estudar conosco. Até breve!