Percepções acerca do ambiente escolar, acadêmico e dos estudos (parte IV)

“Eu não preciso montar esquemas de horários para estudar. Tenho bastante tempo livre. Isto não é problema!”

Há um dito popular (comprovado na prática) segundo o qual as atividades que executamos, quaisquer que sejam, possuem uma característica “gasosa”, ou seja, tendem a ocupar todo o tempo a elas alocado. Isto posto, supondo que dispomos de uma tarde inteira livre e nos propomos a ajeitar e organizar uma estante repleta de livros em nossa casa, a tendência é de que a tarefa se torna elástica, se estendendo ao longo de todo o período livre (e talvez até mais um pouco…). Supondo que tivéssemos reservado, digamos, apenas duas horas para colocar nossa estante de livros em ordem, e nos policiássemos para o cumprimento desta meta, os esforços (muito provavelmente) estariam sendo concentrados no sentido de realizar todo o trabalho neste intervalo de tempo. Isto não significa que, necessariamente, conseguiríamos cumprir 100% da tarefa nestas duas horas, porém, com certeza, o rendimento seria bem maior.

Esta simples colocação já é capaz de mostrar, por si só, a falácia associada ao tema deste artigo. O aluno felizardo, que por uma ou outra razão dispõe de tempo ocioso não pode, de forma alguma, desprezar a necessidade de estruturar seus horários eficientemente,  mas sim, designar intervalos de tempo adequados e justos, para o estudo de cada disciplina às quais ele deve se dedicar.

Adequados, no sentido de haver tempo suficiente para que a matéria seja absorvida e trabalhada. Justos, no contexto de não reservar muito mais que o tempo necessário, sem que este seja eficientemente empregado.

E quanto ao tempo ocioso que restar? Quanto a isto, trata-se de encontrar uma ou mais atividades que lhe sejam úteis, necessárias, convenientes, prazerosas ou uma combinação destas características. E com isso, garantimos, não seria difícil preencher os horários livres.

A questão é que o “felizardo” ao qual nos referimos linhas atrás não é, geralmente, uma realidade. Via de regra, no caso de haver horários ociosos, muito provavelmente é porque algo que deveria estar sendo realizado não o está, seja por procrastinação, seja pela falta de incentivo em se tratando de sua execução.

Elaborar um projeto para o seu esquema de horários não é uma tarefa imediata. Demanda experimentos, tentativas, rearranjos, novas verificações de adequação, mais ajustes, e por aí vai. Mas não se trata de algo difícil, extenuante e desagradável. Uma vez tendo sido acertado em função de suas necessidades, o aluno se habitua a adotar as delimitações estabelecidas pelo planejamento de tempo e a tendência de acomodação às novas regras finalmente se estabelece. Como conseqüência imediata, há a percepção de maior rendimento do tempo e isto, por si só, é de grande auxílio para o processo de estudo, pois desaparece a sensação nada recompensadora de que estamos ociosos, não aproveitando o tempo como deveríamos.

Há no entanto um detalhe importante no que tange à elaboração dos horários dedicados aos estudos e que merece consideração. Demos a entender, há pouco, que a elaboração de um cronograma de estudos exige certa sensibilidade por parte do aluno, de modo a balancear corretamente o tempo dedicado à abordagem de cada disciplina. Há aqueles que, consciente ou intuitivamente, conseguem se acertar e adequar suas estimativas, elaborando um quadro de horários realista e que gere resultados eficientemente. Por outro lado, há alunos que, apesar de se revelarem desejosos em participar de um programa de estudos que siga uma seqüência bem organizada, simplesmente não conseguem vencer a inércia e mudar seu comportamento. Neste ponto, nós, enquanto mentores, poderíamos ajuda-los.

Através de um processo individualizado, o qual se inicia por meio de “bate-papos” com o aluno, com o objetivo de conhece-lo e perceber suas dificuldades, nos propomos a, conjuntamente, não apenas auxilia-lo neste processo de montagem de um esquema de estudos como também, em função de suas características pessoais, propor-lhe um conjunto de técnicas de estudo, visando melhorar a eficiência em sua vida escolar ou acadêmica, além de acompanhar o aluno neste processo. Trata-se de ensina-lo a estudar. Não nos referimos a aulas particulares concernentes a matérias de uma ou outra disciplina na qual o aluno apresenta dificuldades. É mais do que isto – trata-se verdadeiramente de “aprender a estudar”, quaisquer que sejam as disciplinas com as quais o aluno se depara.

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Imagens incluídas neste artigo:

primeira ilustração: cortesia de jesadaphorn em FreeDigitalPhotos.net

segunda ilustração: https://icon-library.net/icon/to-do-icon-19.html – To Do Icon #152134

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