Decisão importante e por vezes difícil de ser tomada: quando estudar? (segunda parte)

Dando continuidade ao nosso artigo anterior, no qual apresentamos as primeiras três abordagens referentes ao tema “Quando estudar”, desenvolveremos a seguir a quarta delas. A quinta (e última) será tratada em nosso próximo texto.

Abordagem número 4: aviso importante: deve-se parar de estudar quando sua atenção “insiste em se dispersar”!

Todos nós somos portadores de nossas individualidades e as pessoas diferem entre si em se tratando do quanto elas podem se fixar nos estudos sem que este se torne “chato” ou que elas se dispersem. Este tempo deve ser determinado quando se procura obter uma escala para a distribuição dos intervalos entre as “sessões de trabalho”.

Não importa quanto tempo você já tenha ou não estudado. Como justificativa, analise a seguinte situação. Se você, freqüentemente, atinge o final da página de um livro que estiver estudando com pouca ou nenhuma noção a respeito daquilo que leu, é melhor “dar uma parada”… Caso contrário, você não está apenas “falhando nos seus estudos”, não está apenas deixando de assimilar informações e hábitos valiosos. Está também (e esse é justamente o problema!), aprendendo a se desconcentrar! Enquanto você “sonha” junto à sua escrivaninha ou ao lado de sua mesa de estudos, a simples visão de seus livros, os estímulos proporcionados pelo fato de sentar-se junto à escrivaninha ou à mesa, bem como outros elementos que possam ativar sua imaginação, presentes em seu entorno, todos eles consistem em “gatilhos”, em “dicas” para que você não estude, e sim, permaneça num mundo onírico, sonhando acordado e, evidentemente, se desconcentrando (ou nem mesmo chegando a se concentrar!).

A que ponto isto pode chegar? Suponha que você persista em “tentar estudar” quando, na realidade, você sonha acordado ou está se aborrecendo. Em alguns dias você não mais precisará estudar ao longo de uma ou duas horas antes de se cansar, de modo que estas sensações negativas apareçam. O simples estímulo proporcionado pelo ato de se sentar diante de um livro lhe evocará os sentimentos que o levam à fuga da intenção de, efetivamente, estudar. Pensará rapidamente em mudar de atividade. Com o tempo, até mesmo entrar no seu quarto ou ambiente de estudos se tornará um “gatilho” capaz de afasta-lo de seus deveres, de seus objetivos.

Os fenômenos que acabamos de descrever ilustram um princípio muito importante: você pode aprender a não ser capaz de estudar! Quer tentar? Vamos lá… Experimente sentar-se diante de um livro-texto de uma disciplina qualquer enquanto você está sonolento. Trata-se de um excelente meio para “desaprender a estudar”. Nunca tente adquirir este hábito. Ao contrário, fuja dele! Porém, como? Eis aqui seis importantes sugestões comprovadamente eficazes:

  • a) Quando você perceber que não consegue mais se concentrar, não pense duas vezes: pare de estudar. É preferível interromper suas atividades do que regredir!
  • b) Lembre-se de seus objetivos, o tipo de pessoa que você deseja se tornar, dos hábitos e habilidades que você está tentando assimilar.
  • c) Analise e reanalise os vários meios de estudo apresentados para que você melhor atinja seus objetivos.
  • d) Selecione alguns dos meios de estudo apresentados. Experimente-os. Pratique-os ao longo de suas sessões de estudo. Procure avaliar com os quais você melhor se adapta.
  • e) Procure executar algo completamente diferente quando estiver num intervalo de uma sessão de estudos. Por exemplo, procure consertar alguma coisa, tomar um lanche leve e rápido, dar uma volta no quarteirão – qualquer coisa que consuma não mais que cinco minutos mas que fuja completamente das atividades envolvidas em seus estudos. Trata-se do princípio do contraste !
  • f) Retorne às suas atividades. Atire-se em seus estudos. Envolva-se no seu trabalho. Procure motivos que o levem a recomeçar as tarefas com entusiasmo!

Não se preocupe com suas dificuldades de concentração iniciais. Se você acha que pode se concentrar apenas ao longo de cinco minutos, faça isto. Se não conseguir mais do que este tempo, pare ao final destes cinco minutos – por cerca de dois a três minutos, não mais. Repita o processo, parando quando notar que está se desconcentrando. Depois de alguns dias treinando, apesar das dificuldades iniciais e da inércia estabelecida, a tendência é a de se livrar dos maus hábitos associados à sua dificuldade de concentração. Aos poucos perceberá que será capaz de manter sua concentração ininterruptamente por quinze minutos, estudando de fato. Daí, aumentará gradativamente para vinte minutos, trinta. Quem sabe você será capaz de se juntar àqueles que conseguem estudar durante várias horas seguidas e com grande aproveitamento?

Você gostará disso. Quando aprender realmente a estudar, se surpreenderá por não ter feito isto antes. Nem ao menos acreditará os motivos, os porquês de sua concentração, no passado, ter sido de tal monta problemática. Vale a pena tentar!

Em tempos críticos como os atuais, mais do que nunca você precisa investir em uma educação de qualidade. E isto inclui a necessidade de bem assimilar o conteúdo transmitido pelos seus professores. Você sente dificuldade em estudar? Suas sessões de estudos não rendem? Está perdendo o ânimo em manter seu ritmo de estudo?

Nós podemos lhe ajudar. Através de sessões de mentoria especialmente desenvolvidas para você, em função de suas necessidades específicas, poderemos lhe orientar e auxilia-lo neste sentido. Contate-nos! Você vai aprender a estudar!

Nosso e-mail é:

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Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

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