Estudar sozinho ou na companhia de alguém? O que fazer?

O tema de hoje trata de um assunto que nos confunde com freqüência. Com efeito, não há uma resposta definitiva para esta questão. Como regra geral, poderíamos recomendar o estudo individual na maior parte das situações. Sob determinadas circunstâncias, ou seja, apenas em certos casos, na companhia de alguém.

A explicação mais razoável para esta recomendação prende-se ao fato do estudo individual, em princípio, se mostrar mais proveitoso, mais eficiente, mais eficaz que o estudo em grupo ou mesmo na companhia de apenas mais uma pessoa.

Você poderia se perguntar… então, o que dizer a respeito do estudo em grupo? Meus amigos querem estudar comigo. Assim, o que diria a eles? Vou me isolar e me tornar anti-social por rejeita-los? A resposta seria um sincero “não”. Não é bem assim. De fato, podemos identificar algumas circunstâncias especiais, mais especificamente quatro, nas quais justifica-se plenamente o estudo em grupo.

Nas situações que apresentaremos a seguir, o estudo conjunto pode realmente se revelar como um meio de grande auxílio à aprendizagem. Cabe no entanto uma ressalva: recomendamos estudar com apenas um(a) companheiro(a). Um grupo de três ou mais pessoas, não se iluda… cedo ou tarde se torna uma desorganização. Assaltos à geladeira, distrações, falta de concentração, desvios nos objetivos a serem alcançados são alguns dos efeitos negativos que extraímos destas reuniões. Em suma: o ideal, neste caso, seria o estudo em dupla. Quanto às quatro circunstâncias em que poderia se estabelecer uma sinergia destas sessões de estudo, ei-las aqui:

1) Ambos já devem ter repassado o material de estudo individual e profundamente, tendo os dois criado questões e desenvolvido testes, onde um colega aplica estas questões ou testes no companheiro e vice-versa… tratam-se de avaliações mais eficientes comparativamente à auto-aplicação destas “provinhas”;

2) Quando o material a ser estudado se mostra de tal monta difícil de ser absorvido que, por si só, a pessoa não dá conta da tarefa… bem, neste caso, a colaboração de alguém que também esteja envolvido neste processo estabelece um ambiente propício para que os nós sejam desatados e a matéria dissecada (mais uma vez, eis aqui o conceito sinérgico);

3) Quando ambos já tiverem absorvido de fato a matéria, restando efetuar revisões e um “polimento final” nos dias que antecedem a uma prova ou um exame. Por exemplo, uma síntese que um colega tenha desenvolvido não necessariamente pode ter sido executada pelo outro e vice-versa. Um tópico pode ter sido abordado por um, mas foi relevado pelo segundo companheiro, ou seja: a complementação de informações pode ocorrer num ambiente colaborativo. Algo que lhe confunde pode ser esclarecido por outrém e você poderá ajuda-lo em um tema que domine bem (novamente, estabelece-se a “sinergia”).

4) Se você se sente isolado e inseguro ao estudar sozinho determinada matéria, dispor de um parceiro que se caracteriza por portar um comportamento responsável e sério, que procura estudar ordenadamente e sem interrupções, pode minimizar sua ansiedade e seus conflitos internos. No entanto…. será que tal companheiro existe? É possível de ser encontrado?

Pode ocorrer que, por alguma razão, você se sinta levado a ter de estudar, talvez até mesmo contra a sua vontade, com grupos maiores, constituídos por três, quatro ou mais pessoas. Como proceder sob tais situações?

Eis aqui nossas recomendações: aceite participar deste grupo de estudos contanto que se enquadrem na terceira circunstância dentre aquelas anteriormente expostas, ou seja, apenas e tão somente em se tratando de revisões finais e, se e somente se, você estiver confortável quanto ao conhecimento e domínio da matéria. Para que a reunião seja significativa, ressaltamos com todas as letras que todos devem ter estudado e repassado a matéria com responsabilidade e seriedade. Apenas assim ter-se-iam resultados mutuamente proveitosos. Importante: não jogue todas as suas fichas, suas expectativas de apreender (não nos referimos a aprender, e sim apreender) a matéria em sessões de estudo com muitas pessoas. Pense nestas oportunidades apenas sob o ponto de vista de uma revisão!

Você sente dificuldades para estudar? Ao tentar se sentar para iniciar uma sessão de estudos parece que está entrando uma câmara de torturas? Se distrai facilmente, pensa em mil e uma coisas e não consegue se concentrar? Tem notado que seu rendimento é baixo? Nós podemos lhe ajudar! Somos especialistas em se tratando de apoio ao estudante, com o objetivo de melhorar seu desempenho acadêmico, atendendo a alunos do segundo e terceiro graus. Desenvolvemos programas individuais, ajustados às suas necessidades específicas. Você aprenderá a estudar!

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Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

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