As armadilhas que impedem o aluno de estudar e como evitá-las – Parte V

“Gostaria de viver para estudar e não de estudar para viver”

 Francis Bacon (1561-1626)

 –  Será que realmente entendi o que li? Como posso me certificar disso?

 Apresentamos neste artigo mais duas recomendações de grande utilidade para facilitar a vida do estudante. Claro é que, como já dissemos em outras ocasiões, é preciso praticar os procedimentos até que se tornem naturais.

Um mentor pode lhe ajudar neste processo. O mentor acompanha, incentiva, corrige e permanece ao lado dos estudantes, orientando-os no “como fazer”. Ele estabelece rotinas e procedimentos, além de recomentar ao seu mentorado atitudes associadas ao ambiente de estudo. Evidentemente, o mentor leva em conta as necessidades específicas de cada aluno ou de cada aluna, dependendo de suas características pessoais.

Esta é a nossa função. Este é o nosso trabalho. Estamos aqui para ajudar aos estudantes a “aprender a estudar”, aumentando a sua eficiência, a obter mais rendimento e melhor aproveitar seu tempo. Pense nisso e entre em contato conosco para podermos explicar nossa atuação em mais detalhes, ok?

Vamos então tecer algumas considerações a respeito do tema deste artigo: Será que realmente entendi o que li? Como posso me certificar disso?

 Não se deixe enganar por falsas sensações de que está compreendendo o texto de sua matéria. Não é o fato de estar estudando por horas a fio que garantirá o seu aprendizado, mas sim como este tempo está sendo aproveitado. A melhor atitude neste aspecto se baseia na constante verificação daquilo que deve ser absorvido, e as sugestões que aqui lhe apresentaremos serão de grande utilidade.

Dispor de uma “caixa de ferramentas” para que você possa empregá-la ao longo de seus estudos é uma providência muito importante. Com ela você será capaz de estudar melhor e com mais confiança no sentido de certificar-se  de que está conseguindo assimilar o que está sendo lido.

Nesta oportunidade vamos abordar, assim como já foi feito em outras ocasiões, mais duas dicas de grande ajuda.

Eis aqui a primeira recomendação:

– Estabeleça uma sequência de verificações, com o objetivo de testar o seu grau de absorção da matéria. Seja sincero(a) consigo mesmo(a), resistindo à tentação de se enganar. Que tal começar o processo elaborando questões a respeito dos pontos chave de cada secção do livro texto, de suas anotações ou de outras fontes disponíveis?

Outro ponto interessante consiste em analisar e destacar os relacionamentos entre conceitos ou partes dos textos. Através dos subtítulos eventualmente presentes nas diferentes partes de um livro texto é possível elaborar questões que abranjam  o conteúdo do trecho correspondente. Assim, por exemplo, a partir do subtítulo denominado “Causas da  Revolução Francesa”, poderíamos elaborar perguntas tais como:

Liste as principais causas da Revolução Francesa.

– Quais foram os fatos que deflagraram a Revolução Francesa?

– Qual era a situação do país antes da Revolução?

– Quais foram os principais personagens que articularam a Revolução Francesa?

– Como foi deflagrada a Revolução Francesa? Quais foram os elementos chave para o seu início?

Prosseguimos agora com a segunda recomendação:

– Outra sugestão interessante para constatar se você de fato entendeu o que leu se baseia em reescrever a matéria abordada sem que o texto seja copiado, sem que resumos sejam elaborados, mas sim procurando redigir de memória o que foi estudado. Se faltarem trechos, nomes, datas – não se preocupe. Deixe estas partes em branco e continue a escrever mesmo assim tudo aquilo que conseguir recordar.

Em seguida, reestude os tópicos, preste bastante atenção aos pontos que não se lembrou anteriormente e repita o processo, não simplesmente completando as lacunas, não aproveitando o que havia escrito, mas sim, refazendo toda a sua escrita, gerando um novo texto sem consultar o anterior e assim sucessivamente, aperfeiçoando sua elaboração até que se sinta seguro(a) em se tratando de registrar o mais corretamente possível o que foi lido. Porém, é conveniente lembrar: sempre com suas palavras!

Os procedimentos aqui apresentados são de caráter geral, sendo válidos para qualquer estudante. Aproveite-os. Siga-os e você constatará que elas lhe auxiliarão bastante em seus estudos.

Como foi dito no início deste texto, nossa proposta de mentoria destina-se a auxiliar, a direcionar e a estimular os estudantes a “aprender a estudar”. Nosso objetivo consiste em levar o aluno ou a aluna (mentorados) a aprimorar seu desempenho escolar ou acadêmico, a estudar com mais eficiência, a melhorar seu rendimento – tendo em conta suas características particulares e as necessidades mais imediatas.

Para atender a estes objetivos, desenvolvemos um programa individualizado para que as metas estabelecidas para cada aluno ou aluna sejam atingidas. O processo tem início através de uma entrevista inicial, online. Nela, o mentor procura conhecer seu futuro mentorado, compreendendo suas necessidades e estabelecendo, a partir daí, um roteiro de acompanhamento que leva o(a) estudante a “aprender a estudar” eficientemente e aumentando seu rendimento.

Por favor, não confunda nossas atividades com aulas particulares de nenhuma disciplina em especial. Trata-se, isto sim, de um treinamento e de orientações pessoais, procurando aumentar o desempenho escolar ou acadêmico do aluno ou da aluna (esteja ele ou ela cursando o ensino médio ou superior), aumentando a eficácia nos estudos, o melhor aproveitamento do tempo disponível e, como consequência, significativa elevação nos resultados das provas e exames.

Em suma, nosso objetivo básico é o de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

Vale a pena ressaltar que nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – aonde os principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Que tal? Gostou de nossa proposta? Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao seu dispor para nos contatar.

Escreva-nos, conte-nos suas dúvidas e solicite o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos do gênero. Para tanto, dispomos de um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Caso prefira, envie-nos uma mensagem via WhatsApp:

(11) 99317-5812

Conheça mais a respeito de nosso trabalho sem qualquer compromisso de sua parte. Consulte-nos ainda hoje para obter mais esclarecimentos. Não perca tempo.

Certamente você estará diante dos melhores meios para solucionar suas dificuldades de aprendizagem, sejam os problemas associados ao ato de estudar em si, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas, a estudar mais eficientemente ou uma combinação dentre eles.

Venha “aprender a estudar” conosco. Aja agora mesmo. Estamos te esperando. Até logo mais!

Prof. Arnaldo

 

 

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As armadilhas que impedem o aluno de estudar e como evitá-las – Parte IV

“Se você não deseja aprender, ninguém poderá lhe ajudar. Se você estiver determinado a aprender, ninguém poderá detê-lo.”

 Hilary Hinton Ziglar (1926-2012)

 

– Consigo ler, compreender… Mas nada se fixa na memória!

 O caminho para solucionar este dilema passa por um processo de elaboração. Nós lembramos melhor as coisas que nos são mais significativas. Quando você ler algo, procure trabalhar do seguinte modo: as novas informações que estão sendo adquiridas devem ser mescladas com exemplos e situações que você já conhece, que já domina. Procure integrar aquilo que você está estudando com o que já conhece. Assim, será capaz de lembrar as novas informações com mais eficiência se puder conectar tais tópicos com algo que seja de maior significância para você. Eis aqui duas dicas para que isto possa ser feito:

  • “Chunking” (agrupamento em pedaços) . Trata-se de um meio efetivo para tornar as informações mais significativas. Por exemplo, se o objetivo for o de lembrarmos a sequência de cores espectrais: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta, que tal reter as iniciais destas cores do seguinte modo: ver-la-ama-verd-az-ani-vi, criando uma palavra única, que possa ser memorizada com mais facilidade? Neste exemplo, é possível agrupar as sete cores sequenciais numa única informação: “verlamaverdazanivi”.

  • Uso de mnemônicos. A utilização de mnemônicos se baseia no aproveitamento de qualquer técnica que possibilite associar novas informações com algo que nos seja familiar. A chave para tanto consiste na criação de ligações personalizadas, pessoais, de modo a não esquece-las. Por exemplo, se você precisar decorar a senha HVTF, utilize a frase mnemônica: “Hoje vai ter feijoada”! Para decorar a sequência de planetas do sistema solar: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, que tal associar a ordem destes planetas com a frase: “Minha vaca tentou me jogar sobre um navio”! A propósito, lembre-se que Plutão não é mais um planeta… Sua categoria foi rebaixada! Imaginar a cena absurda também ajuda a reforçar, a fixar a frase na memória.

Verdade é que não é fácil assimilar e empregar tais técnicas de imediato. A inércia é muito grande. Isto pode ser contornado caso os estudantes sejam acompanhados em suas tarefas por um mentor.

O mentor os acompanhará, estará ao lado dos estudantes, orientando-os no “como fazer”, estabelecendo rotinas, procedimentos, atitudes associadas ao ambiente de estudo.

Claramente, deverá ter em consideração as necessidades específicas de cada aluno, de cada aluna, em função suas características pessoais.  Este é o contexto no qual o nosso trabalho acontece.

Nossa proposta de mentoria destina-se a auxiliar, a direcionar e a estimular os estudantes a “aprender a estudar”. Nosso objetivo consiste em levar o aluno ou a aluna (mentorados) a aprimorar seu desempenho escolar ou acadêmico, a estudar com mais eficiência, a melhorar seu rendimento – tendo em conta suas características particulares e as necessidades mais imediatas.

Desenvolvemos um programa individualizado para que as metas estabelecidas sejam atingidas. O processo se inicia por meio de uma entrevista inicial, online, onde o mentor procura conhecer seu futuro mentorado, compreendendo suas necessidades e estabelecendo, a partir daí, um roteiro de acompanhamento que leva o aluno ou a aluna a “aprender a estudar” eficientemente e aumentando seu rendimento.

Não se deve confundir nosso programa com aulas particulares de nenhuma disciplina em especial. Trata-se, isto sim, de um treinamento e de orientações pessoais, procurando aumentar o desempenho escolar ou acadêmico do(a) estudante (esteja ele ou ela cursando o ensino médio ou superior), aumentando a eficácia nos estudos, o melhor aproveitamento do tempo disponível e, como consequência, significativa elevação nos resultados nas avaliações.

Em essência, nosso objetivo é o de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

É oportuno destacar que nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Que tal? Gostou de nossa proposta? Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para contatar-nos.

Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos do gênero. Para tanto, dispomos de um e-mail:

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Saiba mais a respeito de nosso trabalho sem qualquer compromisso de sua parte. Contate-nos ainda hoje para obter mais esclarecimentos. Não perca tempo.

Com certeza, você estará diante dos melhores meios para solucionar suas dificuldades de aprendizagem, sejam os problemas associados ao ato de estudar em si, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas, a estudar mais eficientemente ou uma combinação dentre eles.

Venha “aprender a estudar” conosco. Não perca tempo. Estamos te esperando. Até logo mais!

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As armadilhas que impedem o aluno de estudar e como evitá-las – Parte III

“Toda a educação se reduz a estes dois ensinamentos: aprender a suportar a injustiça e aprender a suportar o aborrecimento.”

 Ferdinando Galiani

 

– Socorro! Este assunto é muito chato. É desagradável. É indigesto. Não consigo nem ao menos permanecer acordado lendo isto!

Eis aqui a terceira recomendação: Assuma um papel de ator, incorporando um personagem!

Quem nunca passou por esta situação? Eu bem que poderia ser um dos primeiros a levantar a mão. Uma das cenas mais comuns na vida de um estudante, qualquer que seja sua área, é justamente esta. Ser obrigado a ler textos intragáveis, sem ter a menor vontade de realizar estas tarefas. Muitas vezes associamos tais obrigações como verdadeiros castigos. Será que haveria alguma fórmula mágica que possa ajudar-nos a escapar destes contratempos?A resposta, por incrível que possa parecer é positiva! Mas, calma! Não é como você possa imaginar. Não se trata de fazer com que estas atividades desapareçam por si só. O processo é um pouco diferente. Trata-se de desviarmo-nos da imagem negativa com que as obrigações desagradáveis são impressas em nós. E isto, pode acreditar… é perfeitamente possível, e sem truques envolvidos.

O que deveremos executar é, basicamente, uma mudança de enfoque. Em primeiro lugar, assumir e compreender que seja agora ou no futuro, nossas atividades do dia-a-dia, na grande maioria das vezes será constituída por ações que não serão exatamente agradáveis. E isto é uma verdade absoluta. Outro fato é que seria virtualmente impossível vivermos sob tais condições se, consciente ou inconscientemente, não puséssemos em ação mecanismos de defesa que nos permitissem encarar estes trabalhos de uma forma diferente, onde buscássemos o lado positivo destas tarefas, seja individualmente ou em conjunto com outras pessoas também envolvidas com tais obrigações. Se isto ainda não aconteceu com você, com toda a certeza ainda vai ocorrer.

Bem, se isto é algo inevitável, vamos começar a treinar algumas técnicas que nos permitam conviver, aceitar e até mesmo extrair muitos resultados positivos destes percalços.

Vamos pois voltar ao nosso mundo escolar ou acadêmico, onde estamos sendo obrigados a ler e estudar os textos insossos que citamos acima. A ideia fundamental consiste em atacar o texto como se fossemos detetives profissionais envolvidos na tarefa de realizar um trabalho que nos foi confiado. Envolver-se com o texto sob uma ótica diferente, buscando decifra-lo, examiná-lo de modo a buscar evidências, relacionamentos, fatos, conclusões. “Brincar” com o texto, utilizando-o de um jeito diferente, como se fosse um quebra-cabeça, um enigma a ser solucionado, um caso difícil a ser resolvido.

Durante todo o processo de busca de informações neste texto, o detetive  busca informações: O que é importante identificar em cada trecho? Como relaciona-los? O que ele esconde? Pergunte-se sem cessar o que deve ser lembrado, registrado e interpretado. Tome notas, muitas notas, sublinhe, ressalte. Mais uma vez, você, o detetive, está investigando o caso que lhe foi confiado. Discuta suas conclusões e análises com outras pessoas, outros colegas detetives. Desenvolva seu trabalho em conjunto, se assim o preferir. Permaneça sempre na ofensiva. O detetive deve desvendar o caso, por mais complicado que pareça ser, principalmente com relação às partes menos interessantes, onde muitos dados podem estar escondidos. Não se comporte como um detetive passivo! O bom detetive nunca perde informações relevantes.

Assumir um papel de detetive ou de outros perfis pode se tornar um jogo interessante para servir como ponto de apoio e linha de conduta durante seus estudos. Pense nisto. É uma excelente receita para ajudar os estudantes a se concentrar nos tópicos a serem estudados, por mais árduos ou desinteressantes que possam parecer. Tudo se resume à forma como você encara a tarefa a ser realizada. A incorporação destes personagens é uma dica interessante.

Não é tarefa simples adotar esta ou outras técnicas tais como as já apresentadas em textos anteriores numa primeira vez. É interessante que os estudantes sejam acompanhados de perto por um mentor. O mentor estará ao seu lado, orientando-o nos procedimentos, no timing, nas atitudes, no ambiente de estudo e levará em conta, certamente suas necessidades próprias, em função de suas características pessoais.  E é neste contexto que nosso trabalho se desenvolve,

Nossas atividades de mentoria destinam-se a auxiliar e estimular os estudantes a aprender a estudar. Nosso objetivo consiste em levar o aluno ou a aluna (mentorados) a melhorar seu desempenho escolar ou acadêmico, tendo em conta suas características particulares e as necessidades mais imediatas.

Desenvolvemos um programa individualizado para que as metas sejam atingidas. Tudo começa através de uma entrevista inicial, online, onde o mentor procura conhecer seu futuro mentorado, compreendendo suas necessidades e estabelecendo, a partir daí, um processo de acompanhamento que leva o aluno ou a aluna aprender a estudar com eficiência e alto rendimento.

Ressalte-se que nosso programa não se trata de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial, mas sim de um treinamento e de uma interação pessoal, procurando aumentar o rendimento escolar ou acadêmico do(a) estudante (esteja ele ou ela cursando o ensino médio ou superior), aumentando a eficácia nos estudos, a melhoria do desempenho e, como consequência, dos resultados nas avaliações.

Conforme já foi dito, nosso objetivo é o de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

Ë importante registrar que nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para contatar-nos.

Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos semelhantes. Para tanto, dispomos de um e-mail:

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Saiba mais a respeito de nossa proposta sem qualquer compromisso de sua parte. Contate-nos ainda hoje para obter mais esclarecimentos. Não perca tempo.

Você estará diante dos melhores meios para solucionar seus problemas de aprendizagem, seja a dificuldade em estudar, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas, a estudar mais eficientemente ou uma combinação dentre eles.

Não perca tempo. Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando. Até logo mais!

 

Prof. Arnaldo

 

 

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As armadilhas que impedem o aluno de estudar e como evitá-las – Parte II

Continuando com a série iniciada em nosso artigo anterior, vamos prosseguir com a análise de mais uma armadilha que dificulta os estudos e como contorná-la.

Segunda recomendação: Muito a estudar e pouco tempo disponível!

Imagine a seguinte situação: você, sentado ou sentada diante de sua mesa de estudos, meditando a respeito da quantidade de matéria a ser estudada e o pouco tempo disponível.., Como escapar desta arapuca? Haveria alguma solução para este dilema?

A resposta é sim. No mínimo, é possível atenuá-la sensivelmente, reduzindo as dimensões do monstro que se apresenta diante do(a) estudante.

O segredo reside na organização das atividades. Começando por uma varredura de tudo aquilo que deve ser feito, não importando quantos itens estejam envolvidos. Considere também o material de leitura associado, separando-o de acordo com os itens, relacionando cada item com seu material correspondente. O mesmo é válido no âmbito de suas anotações: separe-as, classifique-as em função dos itens identificados anteriormente.

O próximo passo consiste em estabelecer uma sequência, ordenando cada item através de sua importância. Você é quem define a relevância de cada parte, dependendo de como as encara – seja pela dificuldade, pela urgência em relação a outras, pela necessidade de trata-las antecipadamente por consistirem em pré-requisitos para outros itens – não importa! A decisão é unicamente sua. Não se preocupe caso, posteriormente,  julgar que ordenou erroneamente algum item. Simplesmente retorne à etapa anterior e redefina-o, se for o caso.

Ao perceber que há um ou mais itens que não foram bem compreendidos em aula, ou que necessite de maior aprofundamento e dedicação, pode ser interessante procurar aborda-lo com o auxílio de um colega ou professor, programando-se para levar suas dúvidas a eles o mais rapidamente possível – já na próxima aula, se for o caso, de modo a ganhar tempo e evitar tensões e preocupações posteriores ao tentar decifra-las por si só.

Todas estas atitudes são importantes no sentido de ajudar a melhor se organizar, de otimizar o tempo disponível, de focar a atenção nos pontos prioritários e de não se bloquear durante os estudos devido a algo que deveria ter sido executado e não o foi.

Certamente, é importante que você adapte a técnica que aqui estamos tratando em função de suas características, seu jeito de ser, seu estilo. Porém, não se esqueça: este procedimento consiste em uma prévia, numa estruturação daquilo que deve ser estudado efetivamente. Não substitui o estudo em si, mas sim define as rotas a serem seguidas de modo que você não se perca no trajeto.

Conforme já dissemos, as recomendações aqui apresentadas são muito abrangentes. O(a) estudante interessado(a) em segui-las deve avaliar, por si só como aplica-las com as devidas adaptações para o seu caso.

Perceba que muitas vezes é difícil se adequar a sugestões como estas e outras que já discutimos em artigos anteriores sem o auxílio de um mentor, alguém que está ao seu lado em caso de necessidade para auxiliá-lo e orientá-lo nestas decisões. E é exatamente aí que nosso trabalho se encaixa.

Nós, enquanto mentores, desenvolvemos um trabalho voltado a ajudar os estudantes a aprender a estudar. Procuramos auxiliar o aluno ou a aluna (mentorados) a melhorar seu desempenho escolar ou acadêmico, tendo em consideração suas características particulares e as necessidades mais prementes.

Para alcançar estes objetivos, foi desenvolvido um programa individualizado, aonde, através de uma entrevista inicial, online, procuramos conhecer nosso mentorado e compreender suas necessidades, estabelecendo a partir daí um processo de acompanhamento destinado a fazer com que o aluno ou a aluna aprenda a estudar com eficiência e alto rendimento.

É importante ressaltar que nosso programa não consiste em aulas particulares de qualquer natureza, mas sim de um treinamento e de um acompanhamento pessoal, procurando aumentar o rendimento escolar ou acadêmico do(a) estudante (esteja ele ou ela cursando o ensino médio ou superior), aumentando a eficácia nos estudos, a melhoria do desempenho e, como consequência, dos resultados nas avaliações.

Mais uma vez, nossa meta é a de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

Cabe comentar também que nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para contatar-nos.

Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos semelhantes. Para tanto, dispomos de um e-mail:

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Saiba mais a respeito de nossa proposta sem qualquer compromisso de sua parte. Contate-nos ainda hoje para obter mais esclarecimentos. Não perca tempo.

Você estará diante dos melhores meios para solucionar seus problemas de aprendizagem, seja a dificuldade em estudar, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas, a estudar mais eficientemente ou uma combinação dentre eles.

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando. Até breve!

Prof. Arnaldo

 

 

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As armadilhas que impedem o aluno de estudar e como evitá-las – Parte I

Em tempos (muito) passados, aos 15 ou 16 anos de idade, confesso que não era exatamente um modelo de aluno. Longe disso. Por uma série de motivos, não apenas era difícil para mim me concentrar nos estudos em casa como também, muitas vezes, assistir às aulas era um problema, pois não conseguia nem ao menos seguir a linha de raciocínio do professor. Não chegava a ser um mau aluno, porém era claramente possível notar estas deficiências. Na época não havia o conceito de mentoria como temos atualmente. Quem não era capaz de se enfronhar nos cadernos e livros escolares era relaxado, displicente, irresponsável, às vezes taxado de vagabundo ou coisa pior. Técnicas de estudo, métodos, orientações? Ninguém falava especificamente sobre isto.

Recordo-me de um episódio quando, num determinado dia, haveria prova de Matemática. Digamos que ela seria aplicada numa quarta-feira, somente para ilustrar minhas considerações. Via de regra, procurava executar minhas tarefas escolares talvez não com tanto afinco, mas as entregava nas datas especificadas. O correto, no entanto, seria estudar também em casa um pouco a cada dia, todas as disciplinas, independentemente das avaliações serem aplicadas ou não. E esta não era exatamente minha rotina. Acreditava no entanto que não apenas eu, mas a maioria dos alunos agiam da mesma forma – deixavam para estudar na véspera das provas. Hoje, como professor de Ensino Superior, me dou ao direito de ajustar os verbos “acreditava” e “agiam”, comutando-os para “acredito” e “agem”, com toda a certeza!

O curioso era que, diferentemente dos demais colegas, eu demonstrava muita preocupação em ter de estudar e não conseguir. Estava consciente desta necessidade, sabia que era preciso, que a data da prova estava chegando, mas tinha dificuldades em sentar e manipular anotações e os livros sem que meus pensamentos fossem desviados. Isto era o que me distinguia. E eu sabia que a maioria dos meus colegas não estudavam com afinco – no entanto, ao contrário, não ficavam preocupados, agoniados ou aflitos com isso! Este era o grande aspecto de destaque.

Voltando àquela prova de matemática…. No final de semana anterior à prova, pensava nela, tentava separar o material para ler ou rever os exercícios, porém nada acontecia efetivamente. A TV ou outras distrações me atraiam. Chega a segunda-feira. Volto para casa após as aulas. Almoço… Planejo para que, depois de uma hora os estudos tenham início. Depois adio novamente. Mais uma horinha. Evidentemente, os ponteiros do relógio (naquela época não se pensava em relógios digitais) avançavam e uma série de atividades paralelas eram executadas, mas nada de estudar Matemática ou mesmo qualquer outra matéria. A terça-feira veio e os adiamentos prosseguiam. Ao final do dia, com muito custo, dou uma passada de olhos nos livros, nos exercícios já resolvidos (mas nada de refaze-los, um grande erro!). Não acredito que este breve contato com a matéria, que não superou o início da noite, tenha durado muito.

Após uma noite muito mal dormida, com sentimento de culpa por não ter estudado, torcendo para que o tempo passe o mais lentamente possível, amanhece e, junto com a quarta-feira vejo-me diante da temida prova. Se eu me saí bem ou não, já não me lembro. Provavelmente o resultado não foi dos melhores. Apenas me recordo das sensações dos dias que a precederam e que acabo de expor.

Este comportamento de desatenção, omissão e desinteresse (vamos chamar assim) já era patente anteriormente e permaneceu ainda por algum tempo. Só mudou radicalmente na época em que entrei num curso preparatório para o vestibular (denominados popularmente de “cursinhos”), buscando uma vaga em uma boa Faculdade. Alguns destes “cursinhos” eram de excelente qualidade e muito úteis na época, quase que indispensáveis, pois poucas eram as Instituições de Ensino Superior disponíveis (pagas ou não) e, proporcionalmente, grande era a procura por elas.

Como havia dito anteriormente, eu não conseguia executar a contento minhas tarefas escolares em casa e meu rendimento durante as aulas não era exatamente dos melhores, mas estava consciente disso e me preocupava com o fato. E foi durante o Cursinho, diante da avalanche de informações, a maior parte inédita e que obrigatoriamente deveriam ser digeridas no mesmo dia em que eram tratadas, para que a matéria não se acumulasse (só aí é que percebi como a escola que eu frequentara deixava muito a desejar…), quando comecei, intuitivamente, a desenvolver aquilo que poderia ser denominado de técnicas de estudo, bem básicas e rudimentares no início, mas extremamente úteis. Com o tempo fui aprimorando-as e, com certeza, graças a elas é que fui bem sucedido no Ensino Superior, numa Instituição de alto nível na época e que me levou, posteriormente, a um Mestrado e um Doutorado pela Escola Politécnica da USP.

Gostaria de compartilhar dez delas neste e em nossos próximos artigos, ressaltando que agora tratam-se de versões aprimoradas e de caráter geral, aplicáveis em princípio para qualquer situação que envolva o processo de ensino e aprendizagem.

Nesta oportunidade apresentaremos a primeira delas, ressaltando que a origem destas orientações encontra-se em um passado em que surgiram por absoluta premência. Aproveite-as e adapte-as de acordo com suas necessidades pessoais.

Primeira recomendação: Por onde devo começar e como proceder?

O primeiro passo para iniciar seus estudos é estabelecer uma programação para o estudo em casa. Isto vale para quem cursa o Ensino Médio ou Superior, não importa. Pode ser uma versão macro, mais genérica, abrangendo uma meta de semanas a meses ou outra, mais específica, procurando detalhar as atividades para um ou mais dias. O importante é listar tudo o que deve ser feito – os tópicos a serem estudados, os exercícios a serem feitos ou refeitos. Em seguida, quebre toda a programação em partes menores, sequenciadas, não necessariamente de tamanhos semelhantes, de modo a se tornarem mais facilmente gerenciáveis. Estabeleça um intervalo de tempo realista e justo para o estudo de cada uma delas, mas não seja radical. Poderá haver, na prática, alguns desvios com relação ao intervalo de tempo dedicado a cada secção estabelecida.

Mais um detalhe: se você constatar que há pequenas partes que deverão consumir muito tempo, enquanto outras, maiores, menos tempo, não se preocupe com isto. Em geral, não há uma relação direta entre o tamanho das partes em que a programação é quebrada e o tempo demandado para o estudo de cada uma delas.

Faça pequenos intervalos durante os estudos em casa. A cada meia hora, entre cinco e dez minutos, não mais que isto (este intervalo poderá também ser bem aproveitado, mas deixaremos para discutir como proceder em outra ocasião).

Inicie estas rotinas aos poucos. Por exemplo, uma a duas horas na primeira semana, aumentando o tempo de dedicação devagarzinho, estabelecendo como meta envolver-se nas tarefas de casa entre três a quatro horas diariamente.

Em se tratando das aulas, nunca, mas nunca mesmo, deixe de assisti-las, principalmente nas vésperas das provas. Isto porque há uma elevadíssima probabilidade de seus professores fornecerem dicas, revisões de pontos importantes e exercícios recomendados de modo a orientar os alunos para as avaliações que se seguirão. Acredite: esta é uma recomendação extremamente importante, vinda do professor que escreve este artigo, com larga experiência em docência!

Entre uma aula e outra, acostume-se a rever brevemente suas anotações, procurando relembrar o que já foi lecionado e que terá continuidade na aula que se iniciará depois do intervalo. Para a primeira aula do dia, faça isto em casa, logo cedo ou quando estiver se dirigindo para a Escola, Faculdade ou Universidade.

As recomendações e comentários aqui expostos devem ser levados em conta como sendo genéricos, válidos para a maioria das situações relacionadas às dificuldades nos estudos. Todavia, cada caso é um caso e merece ser tratado individualmente.

É oportuno comentar que realizamos um trabalho voltado a auxiliar o(a) aluno(a) a aprender a estudar. A ideia básica consiste no desenvolvimento de um processo de mentoria através do qual nós, enquanto mentores, procuramos auxiliar o aluno ou a aluna (mentorados) a melhorar seu desempenho escolar ou acadêmico, levando em conta suas características particulares e especificidades. Para tanto, desenvolvemos um programa individualizado, aonde, através de uma entrevista inicial, online, procuramos conhecer nosso mentorado e compreender suas necessidades, estabelecendo a partir daí um processo de acompanhamento destinado a fazer com que o aluno ou a aluna aprenda de fato a estudar. Não se tratam de aulas particulares de qualquer natureza, mas sim de um treinamento e de um acompanhamento pessoal, procurando aumentar o rendimento escolar ou acadêmico do(a) estudante (esteja ele ou ela cursando o ensino médio ou superior), aumentando a eficácia nos estudos, a melhoria do desempenho e, como consequência, dos resultados nas avaliações.

Conforme já foi dito, nosso propósito é o de direcionar o aluno ou a aluna a “aprender a estudar”. Cabe comentar também que nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para contatar-nos.

Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos semelhantes. Para tanto, dispomos de um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Se preferir, envie-nos uma mensagem via WhatsApp:

(11) 99317-5812

Procure saber mais a respeito de nossa proposta sem qualquer compromisso de sua parte. Contate-nos ainda hoje para obter mais esclarecimentos. Não perca tempo.

Você estará diante dos melhores meios para solucionar seus problemas de aprendizagem, seja a dificuldade em estudar, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas, a estudar mais eficientemente ou uma combinação dentre eles.

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando. Até breve!

Prof. Arnaldo

 

 

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Primeira ilustração: https://www.flaticon.com/authors/good-ware , title=”Good Ware” , from https://www.flaticon.com/

Segunda ilustração: https://www.flaticon.com/authors/surang , title=”surang” , from https://www.flaticon.com/

Terceira ilustração: https://www.flaticon.com/authors/icon-pond , title=”Icon Pond” , from https://www.flaticon.com/

Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte V – final

Há um conceito muito interessante, que afeta significativamente os relacionamentos interpessoais durante um trabalho em equipe. É denominado de “indolência social”. Há algumas formas de defini-la, porém aquela que mais nos interessa no momento é a seguinte: trata-se do fenômeno que se estabelece quando uma pessoa contribui menos para um esforço coletivo do que se ela fosse a única envolvida na tarefa. É uma espécie de preguiça, o esforço para executar o trabalho se desvanece, não há estimulo, surgem sensações de indiferença e impassibilidade, apatia, frieza e insensibilidade.

Em suma, um ou mais participantes de uma equipe tem sua motivação reduzida, esforçando-se menos nestas circunstâncias comparativamente à sua dedicação quando trabalham sozinhos.

Sob o ponto de vista da equipe, estas pessoas poderiam ser vistas como preguiçosas que conseguem pegar uma carona no sucesso dos demais membros – os que realmente contribuem – com a esperança de que eles os levem até o ponto final (a entrega e a pontuação recebida referente aos trabalhos, projetos e atividades em grupo na Escola, Faculdade ou Universidade).

Evidentemente, o rendimento da equipe quando está contaminada em menor ou maior grau por elementos que são portadores de indolência social é reduzido. O grupo não é capaz de usufruir do maior potencial de cada membro. Temos aqui um efeito diferente da sinergia, sendo 1+1 menor que 2. Há também um efeito adicional – as maçãs podres que contaminam as demais que estão no cesto, uma vez que a motivação e a produtividade da equipe tende a desabar, pois não é nada confortável sentir que alguém está tirando proveito de nós.É interessante comentar que uma pessoa que a princípio se mostra disposta a colaborar com a equipe pode, de um momento a outro se tornar uma indolente social. Isto depende do quanto ela é sugestionável, pois há a tendência, em indivíduos mais vulneráveis, de copiar o comportamento de outra pessoa (no caso, uma que já apresenta indolência social) em situações de envolvimento grupal. Este fenômeno portanto começa pelos indolentes sociais e se espalha para os outros participantes, piorando o desempenho e a motivação de todos os membros da equipe, conforme já dito.

Um outro conceito relevante neste contexto é o da “colaboração constante”. Quando falamos em colaboração constante, estamos nos referindo a uma expectativa e uma norma social e cultural que de certa forma exige que atividades sejam planejadas e decididas pelo grupo. Desde tenra infância, nas Escolas, o conceito de colaboração é induzido nas mentes como sendo primordial e essencial. Claro é que a colaboração é relevante. Por outro lado, em alguns momentos deveríamos pensar e agir por nós mesmos, termos a oportunidade de raciocinarmos de forma independente. Como conciliar estas duas facetas – a colaboração e a independência?

Atualmente nas grandes e médias empresas vigora a concepção da colaboração constante em detrimento do trabalho individual. Nas Escolas, Faculdades e Universidades idem, porém talvez em menor grau, dada a necessidade legal de ter-se parte das avaliações individualizadas. É difícil mudar a premissa de supervalorização da colaboração constante por conta própria, mesmo com as argumentações que evidenciam o lado desvantajoso do trabalho em equipe.

Há alternativas. É possível nos manter nas atividades realizadas em equipe, adotando atitudes de colaboração com elas e também sustentarmos nossa forma independente de trabalho. Para que isto ocorra, devemos nos treinar para estar um ou mais passos adiante daquilo que acontece nas reuniões da equipe, e que envolve o planejamento e execução das tarefas escolares ou acadêmicas, seguindo as recomendações aqui delineadas:

– preparar um roteiro antes do encontro do grupo de modo que os participantes reflitam isoladamente a respeito do que deverá ser tratado – é uma oportunidade para gerar ideias;

– anotar cuidadosamente o que estiver sendo elaborado durante a reunião da equipe, de modo a dar a estes tópicos atenção e foco depois que ela terminar;

– em caso de conflitos durante a reunião, sugerir que se faça uma pausa para que todos pensem individualmente – fazer intervalos quando se estabelece um debate difícil melhora a produtividade da equipe.

Observe-se que a colaboração terá seu momento, lugar e seus benefícios, porém não necessita ser constante. A individualidade merece a oportunidade de acontecer e de ser levada em conta.

Encerramos nossas discussões a respeito do trabalho em equipe, ao menos por ora. Nada impede que voltemos a considerar o tema em artigos futuros.

E quanto a você? Identificou-se com algumas das situações expostas e tratadas nesta série de artigos? Saiba que nós podemos lhe ajudar não apenas a trabalhar mais adequadamente em equipe como também orienta-lo em vários aspectos referentes à sua vida escolar ou acadêmica.

Nosso trabalho se baseia em auxiliar os alunos que possuem dificuldades nos estudos, seja durante a sua permanência na sala de aula (enquanto tentam acompanhar as explanações de seus professores), até o momento em que são submetidos às avaliações, passando pelas etapas de tomada de notas durante a aula,  a sempre presente tendência a distrações,  a apresentação de dúvidas, a revisão da matéria em suas casas, a realização de trabalhos e exercícios bem como todas as demais ações típicas do ambiente estudantil – individualmente ou em grupo – estejam eles cursando o Ensino Médio ou o Superior.

Através de entrevistas iniciais, com o objetivo de conhecer o estudante e seus problemas específicos, bem como suas características e necessidades individuais, propomo-nos, enquanto mentores, a elaborar uma metodologia específica para o atendimento de suas particularidades, desenvolvendo técnicas de estudo voltadas para este aluno, cujos resultados são por nós acompanhados e reajustados se necessário for.

Em resumo, nosso propósito é o de direcionar o aluno a “aprender a estudar”. Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial – mas sim, de desenvolver todo um processo direcionado àquilo que o aluno (o mentorado) efetivamente necessita – um acompanhamento pessoal visando melhorar a sua absorção do conteúdo ministrado, aprimorar seus estudos em casa com maior rendimento e eficácia e, como consequência direta, obter maior aproveitamento escolar ou acadêmico, conforme o caso.

Diga-se de passagem, nossa mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte do aluno.

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para contatar-nos. Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via Zoom ou aplicativos semelhantes.

Para tanto, dispomos de um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Se preferir, envie-nos uma mensagem via WhatsApp:

(11) 99317-5812

Procure-nos hoje mesmo e teremos o máximo prazer em expor o que temos a lhe oferecer. Não perca tempo. Você estará diante dos melhores meios para solucionar seus problemas de aprendizagem – a dificuldade em estudar, em assimilar a matéria ministrada, a obter melhores notas e a estudar mais eficientemente.

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando.

Até breve!

 

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Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte IV

Seja no ambiente escolar ou no acadêmico o trabalho em grupo é parte do cotidiano. Os alunos são frequentemente envolvidos nestas atividades. Conforme já discutido em outras oportunidades, as expectativas e atitudes do alunado diante das atividades em equipe são as mais variadas possíveis, transitando desde a plena aceitação desta forma de trabalho até a total rejeição, passando por uma ampla variedade de situações intermediárias, onde tem lugar o envolvimento com ressalvas.

Uma característica interessante, sempre presente quando um grupo está sendo formado para a execução de uma atividade, consiste no surgimento de um líder natural. Trata-se daquele participante que comandará o time, que delegará as tarefas. Todavia, com certa frequência e talvez tendo em conta seu perfil de direcionador (com privilégios implícitos), trata-se também daquele que executa o mínimo possível na prática. Para aqueles integrantes da equipe que tendem a observar constantemente o comportamento dos demais e se importam com isso, esta situação fica evidente e de difícil absorção, dependendo da profundidade com que se envolvem no grupo. Em situações mais extremas, chegam a se sentir explorados, uma vez que o líder não ajuda na prática a “carregar o piano”, mas é capaz de persuadir os demais a fazê-lo.

Sob outra ótica, sempre haverá aqueles que, apesar de não se apresentarem como líderes, são dotados de características tais que lhes possibilitam disfarçar, fingindo que trabalham mas, com peculiar esperteza, desviam-se de suas atribuições. Fazem de conta que empurram o barco junto aos demais.

Já aqueles que efetivamente colocam “a mão na massa” serão os que menos argumentam em contrário, acatando as ordens de seus “capatazes”.

Note-se daí a tendência da formação natural de castas numa equipe – um microcosmo daquilo que encontramos na sociedade. Via de regra consiste em uma falsa democracia, onde um líder se impõe, direcionando os demais em termos de atitudes e linha de trabalho, dando a entender porém que todos estão participando das decisões.

Interessante notar que estas mesmas posturas e atitudes extrapolam o meio escolar e acadêmico, atingindo em cheio e em maior escala a vida profissional. Aqueles que no meio acadêmico tendiam a assumir determinados papéis nas atividades em equipe procuram carregar este comportamento para o meio empresarial.

Não é a toa que altos cargos executivos são alcançados por pessoas que possuem a habilidade de manipular outras. As sementes são plantadas ainda no ambiente estudantil, através dos trabalhos em equipe. Trata-se de um laboratório aonde se revelam e se desenvolvem tendências comportamentais que são levadas adiante.

Numa Escola, Faculdade ou Universidade pode ou não haver a percepção dos membros da equipe quanto a esta situação. Todavia, quando ela acontece, em geral os participantes não se manifestam, com receio de serem prejudicados através de represálias por parte do corpo discente ou, eventualmente, mesmo por parte dos docentes, onde a principal alegação é a de que os reclamantes não sabem trabalhar em equipe. Mas… quem de fato sabe realmente trabalhar em equipe? Nem mesmo os professores, nem os gerentes e diretores de empresa – trata-se de uma farsa que é valorizada por conveniência. Socialmente, é algo que “pega bem” nos dias atuais. Participar de tarefas em equipe é uma característica valorizada. Não se trata de saber executar atividades em equipe, mas sim de parecer que sabe.

No entanto, mesmo diante destas considerações, a participação em trabalhos em equipe é inevitável. É importante então permanecermos atentos e procurarmos driblar as vicissitudes que surgem enquanto as atividades estiverem sendo executadas, evitando sermos simplesmente usados e conduzidos pelos demais integrantes.

Quando tratamos a respeito do tema “Aprender a Estudar”, muitos aspectos estão envolvidos. Não consiste apenas em sentarmos numa mesa e começarmos a ler as anotações tomadas em aulas passadas ou tentar realizar exercícios propostos pelos professores. A questão do trabalho em grupo, por exemplo, discutida neste e em outros artigos desta série é apenas um dentre muitos outros que merecem atenção.

Nossa atividade consiste em oferecer um trabalho de mentoria cujo objetivo é o de atender aos alunos e às alunas dos Cursos Médio e Superior a superar suas dificuldades nos estudos em todas as suas facetas. Propomo-nos a ajudar os estudantes a de fato “aprender a estudar”, através de técnicas especialmente desenvolvidas para atender às necessidades específicas de cada pessoa. Para que isto se desenvolva adequadamente, realizamos uma entrevista inicial (online) com o aluno ou a aluna que necessita deste auxílio, através das plataformas “ZOOM” ou “SKYPE”, procurando diagnosticar seus problemas específicos para então montar um programa de procedimentos destinados a sanar seus problemas neste sentido.

Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial, mas sim de um relacionamento entre mentor e mentorado, da aplicação de orientações bem direcionadas, de um acompanhamento a distância de como está sendo o desempenho do aluno ou da aluna e de aplicar correções nas técnicas empregadas sempre que necessário, visando com isto o melhor desempenho escolar ou acadêmico dos estudantes que nos procuram, a obtenção de bons resultados com menos esforços em todos os aspectos da vida escolar ou acadêmica, incluindo até mesmo as atividades relacionadas aos trabalhos em equipe. O maior rendimento nas avaliações passa a ser uma consequência direta de todas estas ações.

Venha, consulte-nos e participe de uma avaliação conosco, sem compromisso. Caso aprecie nossa proposta, elaboraremos um programa de mentoria especificamente direcionado para o atendimento de suas necessidades.

Para tanto, disponibilizamos um e-mail e um telefone de contato (via WhatsApp):

e-mail:   aprendendoaestudar@aol.com

telefone:   (11) 99317-5812

(para mensagens escritas ou de voz via WhatsApp)

Procure-nos já, não perca tempo. Envie suas consultas, dúvidas ou comentários e comprometemo-nos a lhe responder o mais brevemente possível.

Estamos no seu aguardo! Até breve!

 

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Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte III

Se tivéssemos de definir em uma única palavra aquilo que mais caracteriza um trabalho em equipe, a melhor escolha, a nosso ver, seria esta: “sinergia”.

É com base no conceito de sinergia que poderíamos qualitativamente afirmar que 2+2=5. Isto porque este termo designa a possibilidade de que o conhecimento agregado atribuído a duas pessoas pode resultar numa magnitude superior àquela devida à soma dos conhecimentos individuais.

Em suma, dois cérebros unidos pensam melhor que um único ou mesmo dois separadamente. Com efeito, muitos de nós acreditamos que a colaboração é sempre o melhor caminho a ser seguido.

Isto, de fato, não deixa de ser uma verdade, porém cabe lembrar que há vantagens e desvantagens no trabalho em equipe, conforme já foi discutido.

Por exemplo, quem já teve a oportunidade de participar de uma atividade grupal em grande escala, com uma quantidade significativa de participantes, muito provavelmente se deparou com sensações tais como o surgimento de obstáculos quando do desenvolvimento das tarefas, associadas à presença de muitos elementos na equipe, além da percepção de desconforto com a desaceleração no ritmo dos trabalhos devido à variedade de opiniões que são colocadas em pauta.

Com toda a certeza, a colaboração superdimensionada tem como efeito contrário o estabelecimento de atrasos significativos nas ações que devem ser executadas. De algum modo, em certos momentos decisões devem ser tomadas para que os trabalhos desenvolvidos se tornem palpáveis e para que as atividades não se tornem estanques. Todavia, o processo de tomada de decisões em um grupo apresenta certos vícios de natureza psicológica que dificilmente seriam evitados.

Isto posto, propomo-nos comentar a seguir dois destes vícios.

  • Podem surgir ideias e propostas que não necessariamente refletem os princípios da maioria, mas sim de uma liderança no grupo que surge naturalmente. Tais ideias e propostas cristalizam-se aos poucos, de tal modo que, mesmo que muitos participantes a elas se oponham – em maior ou menor grau – o desejo de permanecer em conformidade e evitar a inconveniência fala mais alto, levando-os a acatar decisões com as quais não estão total ou parcialmente de acordo, não sendo portanto as ideais pensando no grupo como um todo.
  • Quem já participou de trabalhos em equipe provavelmente não tenha conscientemente percebido, porém deve ter sentido um fenômeno que poderia ser denominado de “apreensão de avaliação”. Isto acontece quando nosso receio de sermos julgados pelo que dizemos ou aquilo que apresentamos diante dos demais membros da equipe domina o pensamento, o que pode prejudicar nosso desempenho. Rotulamo-nos em nosso imaginário como estando despreparados para fazer parte do grupo – e isto traz uma caracterização (absurda) de nós mesmos que faz-nos parecer com que sejamos “mais burros do que somos na realidade”.

Com o objetivo de ilustrar o potencial destes vícios em se tratando de nos causar prejuízos, apresentaremos na sequência um interessante experimento conduzido pelo psicólogo Solomon Eliot Asch (1907-1996), um pioneiro nos experimentos de psicologia social. Em um de seus mais famosos estudos, realizado em 1951, voltado à investigação de como a pressão social exercida por um grupo majoritário pode afetar um indivíduo em condição minoritária, encontra-se uma prova de como nossas contribuições em uma equipe podem ser inibidas.

Asch analisou o comportamento de cinquenta estudantes de uma instituição de ensino norte-americana em um teste de visão, baseado na identificação de tamanhos de linhas. Cada um destes estudantes era colocado em uma sala juntamente com outras sete pessoas (atores contratados). Os falsos participantes foram antecipadamente informados a respeito de qual resposta deveriam indicar ao serem apresentados aos testes. O participante “real” obviamente não tinha conhecimento de que os demais integrantes do ensaio eram atores, e nada sabiam a respeito das respostas previamente acertadas. Para este indivíduo tratavam-se também de estudantes à sua semelhança.

Todas as pessoas na sala foram expostas a uma linha traçada num quadro, denominada de referencial e, simultaneamente, a outras três (A, B e C) de tamanhos distintos. O que deveria ser dito (em voz alta, para que todos ouvissem) por cada um dos participantes? Simplesmente qual das linhas: A, B ou C possui comprimento igual ao da linha de referência.

Quando da exposição das respostas, propositalmente o participante “real” era deixado por último. Diga-se de passagem, a resposta era óbvia. Não havia como errar. O teste foi repetido dezoito vezes, com diferentes tamanhos de linhas e de referenciais. Os “atores” foram instruídos a fornecer uma mesma resposta incorreta em doze destes ensaios, denominados de “críticos” (e que estavam pré-determinados). O objetivo de Asch era o de verificar se os participantes “reais” confirmariam o ponto de vista da maioria dos presentes.

Solomon Asch analisou o número de vezes em que cada participante “real” acompanhava a opinião da maioria. Em média, um terço dos participantes deixaram de lado a resposta correta – que com certeza sabiam, porém não a expressaram – para mudar de lado e indicar uma solução errada – aquela sugerida pelos demais integrantes (com base nos doze ensaios críticos).

Além disso, 75% dos participantes “reais” acataram as opiniões dos “atores” ao menos uma vez dentre os doze ensaios críticos. Por outro lado, 25% dos participantes apresentaram suas próprias opiniões.

Em um grupo de controle, onde não haveria a pressão para acompanhar o voto unânime dos “atores”, menos de 1% dos participantes “reais” informaram respostas incorretas.

Há algumas conclusões extraídas destes ensaios que se mostram relevantes no tocante ao tema tratado neste artigo.

Em primeiro lugar, quando os participantes “reais” foram entrevistados após o experimento, a maioria deles afirmou que não acreditaram nas respostas apresentadas pelos “atores”, porém as suas opiniões foram acatadas – “foram com os demais por receio de serem ridicularizados ou serem tidos como diferentes”. Poucos dentre os participantes “reais”, em seu íntimo, consideraram as respostas sugeridas pelos “atores” como corretas.

Duas conclusões adicionais puderam ser obtidas destes testes:

  • As pessoas seguem o comportamento do grupo devido ao fato de desejarem se ajustar a ele, de replicar seu comportamento. A este fenômeno dá-se o nome de “influência normativa”.
  • Um participante do grupo acredita que os demais integrantes são melhor informados que ele mesmo (independentemente do fato de serem mais, menos ou tão informados quanto, pois o que entra em jogo é a crença). A esta particularidade denominamos de “influência informacional”.

Neste ponto, o leitor já começa a adquirir uma visão de quão profundos são os aspectos relacionados ao trabalho em equipe e à participação em um grupo. Mais considerações a respeito serão desenvolvidas em nosso próximo artigo.

Por ora, gostaríamos de registrar algumas observações a respeito do trabalho que desenvolvemos com o projeto “Aprendendo a Estudar”.

Nossas atividades destinam-se a atender a um público formado por estudantes de Cursos Médio e Superior, que sentem dificuldades em acompanhar as aulas, sejam elas presenciais ou virtuais.

A falta de concentração, de organização, do estabelecimento de rotinas e um conjunto de outros fatores podem estar dentre as principais razões para o baixo rendimento escolar ou acadêmico.

Propomo-nos a auxiliar o aluno ou a aluna em dificuldades. Através de um programa individualizado, procuramos inicialmente conhecer as particularidades do estudante. Numa segunda etapa, em posse deste entendimento, buscamos estabelecer orientações e acompanhamentos personalizados, com o objetivo de ajudar o aluno ou a aluna a melhor acompanhar e compreender as aulas, a estudar com mais eficiência, a se preparar correta e adequadamente para as avaliações, a aproveitar seu tempo disponível sem desperdiça-lo e, assim, poder alcançar bons resultados com eficácia e percebendo que seu esforço bem dimensionado é capaz de gerar resultados.

Não se tratam de aulas particulares de qualquer natureza, mas sim de um processo de acompanhamento direcionado onde, partindo-se de uma entrevista inicial, via plataforma “ZOOM” ou “SKYPE”, é elaborado um conjunto de ações voltadas a atender a cada caso em função de suas necessidades.

Consulte-nos para obter mais esclarecimentos. A seguir, indicamos nossos canais para contato:

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Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte II

Em nosso texto anterior tratamos de alguns aspectos referentes ao trabalho em equipe na Escola, na Faculdade ou Universidade sob a ótica de um professor com larga vivência no ambiente acadêmico, a partir das constatações do comportamento de seu alunado ao longo de décadas.

Procuraremos agora apresentar uma abordagem diferente para o trabalho em equipe, analisando seus aspectos positivos e negativos, seu lado bom e o ruim, suas vantagens e desvantagens.

Estritamente falando, a ideia do trabalho em equipe consiste em atuar conjuntamente de modo a atingir um mesmo objetivo. Trata-se de uma definição aparentemente simples, não fosse pela dificuldade inerente ao lidar com pessoas portadoras de diferentes opiniões. Não necessariamente isto seria um  problema, pois teoricamente, quanto maior o número de participantes, mais informações estariam à disposição para a execução do trabalho, e haveriam mais fonte de ideias.

A criatividade seria ressaltada, mais propostas, contrapropostas e discussões seriam estabelecidas. Verdades poderiam ser reavaliadas assim como os pontos de vista. Estes seriam os aspectos positivos. Contrapondo, há algumas considerações que pendem para o lado negativo que também merecem ser comentadas.

  • Quando uma atividade em equipe está sendo executada, pode haver opressão sobre um ou mais participantes, forçando-os a acatar ideias distintas daquelas que outros propuseram. Não raramente, algum tipo de ameaça velada ou às claras pode ser manifestada.
  • Surgem também situações em que uns se expressam mais que outros, não concedendo espaço para que suas opiniões sejam colocadas.
  • Num trabalho em equipe típico, há aqueles membros que efetivamente “carregam o piano”, isto é, recebem uma sobrecarga de tarefas proporcionalmente excessiva enquanto que outros, privilegiados, assumem as partes mais leves, por assim dizer.
  • Quando há um maior número de pessoas participando de uma tarefa em equipe, o “grau de entropia”, ou, em outros termos – a desordem – tende a aumentar, pois mais tempo é consumido nas discussões, mais demoradamente se chegam às conclusões e a tarefa se desenvolve com maior dificuldade, com mais impedimentos.

Está sendo possível, através dos comentários até aqui expostos, constatar a presença simultânea de duas visões, os dois lados do trabalho em equipe, os aspectos positivos e negativos intrinsicamente ligados e indissociáveis.

Estando consciente destas características, torna-se possível decidir se uma determinada tarefa vale ou não a pena ser executada individual ou conjuntamente, em equipe. Dentre os critérios para este julgamento incluem-se a situação em que nos encontramos bem como nossas necessidades. Por exemplo, em de tratando principalmente de trabalhos acadêmicos, numa condição muito específica, aonde por uma razão ou outra o aluno é obrigado a executar uma atividade em equipe mesmo que disponha de todos os requisitos para realiza-la por si só (conhecimento, recursos, tempo, etc.) cabe uma interessante reflexão: que atitude deve um aluno tomar diante desta situação?

O que será exposto e também discutido a seguir, rogamos, não deve sob hipótese alguma ser confundido com egoísmo, egocentrismo, desprezo pelos demais integrantes do grupo ou outra forma de isolacionismo. Pedimos uma extrema atenção para a afirmação que se segue, entendendo-a de modo a manter a individualidade do estudante ao mesmo tempo em que se entrega ao grupo, à equipe. Aí vai ela:

“Realizar o trabalho em equipe pensando individualmente, porém transparecendo que há uma perfeita integração entre os membros do grupo”.

Duas ressalvas ainda no que se refere a esta frase (e que ela não seja lida fora de contexto!) serão apresentadas.

  • O “pensar individualmente” se refere a manter as âncoras na individualidade e ao mesmo tempo dedicar-se realmente à equipe, procurando colaborar com ela. O termo “transparecendo” deve ser entendido como de fato atuar na equipe, porém mantendo suas características pessoais sem assumir a completa identidade do grupo.

Por que isto? Aí vai a segunda ressalva e os esclarecimentos necessários.

  • A afirmação em pauta vale apenas e tão somente se o trabalho em equipe for colocado como sendo uma condição obrigatória e se de fato for constatada a ineficácia e a precariedade do grupo, sem que estas situações e comportamentos possam vir a ser expostos perante aqueles que lhe obrigam a participar do trabalho.

Enfatizando então, não se trata de agir falsamente, mas sim operar e orientar o grupo individualmente, como um comandante – uma tática para evitar maiores problemas e ter a tarefa executada (sem a idealidade, evidentemente, esperada de um trabalho em equipe – infelizmente).

Esta é uma solução de compromisso que pode ser adotada pelo bom aluno e pela boa aluna. Ele(a) realiza o trabalho, não se indispõe com os colegas, consegue fazer com que o grupo assimile novos conhecimentos e não desenvolve atritos com seus professores. De quebra, a equipe acaba por lhe agradecer pela ajuda (e pela nota obtida!).

Poderíamos elaborar outros comentários, desta feita quanto a um hipotético docente que tenha colocado os alunos diante de um trabalho que forçosamente deveria ser realizado em equipe, e que colocou  um(a) estudante (com o perfil anteriormente tratado) em xeque.

Estaria o professor ou professora ciente da heterogeneidade da equipe (ou equipes, partindo do princípio de que esta condição viesse a estar replicada em outros grupos)?

Este teria sido de fato o interesse do mestre? Se sim, poderia ser uma tentativa de polinizar o conhecimento, de modo a mesclar bons com maus alunos? Ou será que o(a) professor(a) inclui-se dentre aqueles que não possuem a devida habilidade, formação e treinamento para lidar com uma turma dividida em equipes e o estabelecimento de objetivos a serem atingidos?

Fato é que há de tudo – bons e maus professores, preparados em maior ou menor grau, habituados e favoráveis a trabalhar conjuntamente com outros docentes (ou não) bem como propor atividades em equipe aos alunos (ou não) e por aí vai.

Em suma, seria muito bom que o aluno ou a aluna conheçam estes  diferentes cenários e consigam por si só analisar a situação e tomar as melhores decisões, ponderando cuidadosamente os prós e contras, não se esquecendo de levar em conta o bom relacionamento para com seus colegas. Os estudantes, assim agindo, só tem a ganhar.Ao dispor de apoio adequado, através de um mentor, todos os aspectos da vida escolar ou acadêmica de um aluno ou de uma aluna podem ser otimizados, tais como: aprimorar suas condições para melhor assimilar o conteúdo que está sendo ministrado em uma sala de aula, como estudar em casa com maior eficiência, organizar seus horários, aquisição de novos hábitos que venham a ajudar no bom desempenho na Escola, Faculdade ou Universidade, obtenção de melhores resultados em suas tarefas – exercícios, trabalhos, apresentações, etc., culminando com uma boa assessoria para a obtenção de boas notas nas avaliações e uma proveitosa integração com seus colegas.

 

Nosso trabalho consiste justamente em desenvolver este programa de mentoria. Por meio de uma entrevista inicial, procura-se melhor conhecer o aluno ou a aluna de modo a entender suas necessidades e problemas específicos. A partir daí é elaborado um conjunto de ações baseadas em técnicas especialmente voltadas ao atendimento daquilo que este aluno ou aluna necessitam.

Tratam-se de acompanhamentos e orientações individualizados, que procuram resolver aquilo que afeta os(as) estudantes que nos consultam, levando-os  a desenvolver uma rotina de estudos mais eficiente, com melhor aproveitamento, redução de esforços e menos desgastes.

Não deixe de nos consultar. Solicite o quanto antes mais informações, sem qualquer compromisso. Você só tem a ganhar com isto.

Dispomos de um e-mail e de um contato via WhatsApp (para mensagens escritas ou gravadas), para trocarmos informações, esclarecimentos de dúvidas bem como tudo aquilo que você queira conhecer a respeito de nossas atividades de mentoria.

Escreva-nos já:

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Telefone (WhatsApp):  (11)99317-5812

Estamos no seu aguardo. Permita-nos ajudar-lhe a “aprender a estudar”. Junte-se a nós e melhore seu desempenho escolar ou acadêmico. Não perca tempo! Até logo mais!

Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte I

Trabalho em equipe… Há vantagens, há desvantagens. Apresenta facetas positivas, outras negativas. A solução consiste em tentar extrair aquilo que há de bom nas tarefas grupais, procurando minimizar os problemas a elas inerentes. Porém, isto não é nada fácil!

Em uma sala de aula, numa escola genérica, um professor propõe à classe uma atividade que terá um bom peso na avaliação do período. Vários alunos se manifestam:

– Pode ser em grupo??

– Por favor, já temos muitas tarefas de outras disciplinas…

– Deixa, vai!

O que podemos identificar por detrás desta já conhecida e desgastada ladainha? Neste caso fica evidente o interesse destes alunos caracterizadamente fracativos no sentido de se apoiar nos estudantes que fazem parte de uma equipe de modo a realizar o mínimo trabalho possível – preferivelmente nada, porém tomando o cuidado de, politicamente, tentar adular o professor simulando ter participado ativamente das tarefas quando da finalização das atividades, atraindo a atenção do mestre para suas “atuações”. Quando das atribuições das notas de avaliação, serão estes aqueles que mais se posicionarão, procurando justificar o recebimento das pontuações as mais elevadas possíveis – tudo isto, claro, visando benefícios próprios.  A equipe se torna apenas um meio através do qual eles atingem seus objetivos – qual seja, receber o máximo possível de resultados em troca do menor esforço que puderem realizar.

Como sabemos, este comportamento parasitário pode ser encontrado no ambiente escolar, no acadêmico, migrando posteriormente para o campo profissional – com as necessárias adaptações.

Via de regra, este tipo de aluno vence não pelo conhecimento adquirido na Escola, na Faculdade ou na Universidade, e sim pelo treino político e de convencimento exercitado durante sua vida estudantil. Para aqueles que acolheram tais alunos em seus trabalhos de equipe, e que constatam a trajetória destes colegas sugadores, fica uma sensação de mágoa e de terem sido manipulados, pouco podendo fazer para evitar a situação em que foram envolvidos. Quanto aos professores, evidentemente conhecem e são capazes de identificar à distância  este comportamento de “carona indesejável” no esforço de outros. No entanto, pouco podem fazer de modo a coibir tais atitudes – por um conjunto de motivos, dentre eles:

– dificuldades na atribuição de notas individuais, pois os demais participantes do grupo de trabalho não se sentem à vontade para identificar quem colaborou ou não na equipe, e em quais intensidades;

– falta de constatações concretas para julgar o trabalho em sua totalidade e também nas etapas parciais, apesar de, subjetivamente e com a experiência docente, este fato possa vir a ser contornado (isto, bem entendido,  se o caráter subjetivo de avaliação não vier a ser questionado, como é praxe atualmente…);

– a diminuição da autoridade do docente tendo em conta as exigências em voga associadas ao “politicamente correto”, que muitas vezes inibe o profissional para agir de modo a reprimir e corrigir as atitudes parasitárias destes alunos mal-intencionados  infiltrados nas equipes; dependendo das atitudes tomadas pelo professor até mesmo a judicialização do procedimento pode ser invocada.

Por outro lado, se for bem conduzido, o trabalho em equipe pode ter muito a oferecer. O grande problema consiste no fato de que não basta os professores declararem que determinada tarefa deverá ser executada em equipe. Trata-se de um comportamento que deve ser cuidadosamente ensinado e treinado, atitudes que necessitam de cultivo paciente e com o atento olhar dos docentes de modo a corrigir os rumos conforme a necessidade. A questão que se estabelece é que, neste contexto, geralmente nem as instituições de ensino estão preparadas para orientar seu alunado, nem mesmo os seus professores e mestres.

O trabalho em equipe é interessante e produtivo quando os vetores envolvidos em sua execução estão todos voltados para a mesma direção e sentido. Neste caso, o processo se torna sinérgico e todos aqueles que participam das atividades associadas a este trabalho percebem que uma corrente positiva está em andamento, sendo que todos tendem a lucrar com isto. Infelizmente, este cenário perfeito é utópico. Todavia, o simples fato de tentarmos buscar um ambiente propício para ao menos nos aproximarmos ao máximo destas condições idealizadas, por si só é benéfico.

Poucos são os docentes que conseguem realmente ensinar, orientar e acompanhar o alunado no tortuoso caminho que conduz ao planejamento e execução eficientes de um trabalho em equipe, onde todos os participantes colaborem e valorizem esta ação conjunta. Simplesmente anunciar e “jogar” um grupo de alunos numa tarefa a ser realizada em equipe, sem o devido cuidado em evitar conflitos e no gerenciamento à distância de seu desenvolvimento, tende a maus resultados. Os alunos não aprendem a realizar trabalhos em equipe, não há um direcionamento efetivo e, ao longo do tempo, não se sai deste círculo vicioso.

Um exemplo típico, presente em vários cases pertinentes ao trabalho em equipe no ambiente acadêmico é aquele onde a tarefa a ser realizada é “organizada” pelos alunos do seguinte modo:

  • Os estudantes discutem entre si como truncar a tarefa em pedaços;
  • A cada aluno ou aluna é atribuída uma das partes;
  • Cada elemento do grupo desenvolve, com maior ou menor interesse, o pedaço da tarefa que lhe foi designado;
  • As partes são juntadas sem qualquer análise de relacionamento (sequenciamento mais adequado), interdependência ou conexões;
  • Não há (evidentemente) uma conclusão geral coerente: no máximo, uma frase semelhante a: “O trabalho foi muito interessante, e todos os integrantes aprenderam muito com ele”;
  • Caso haja necessidade de uma apresentação, cada participante deverá falar por alguns minutos a respeito do que realizou, sequencialmente (com muita sorte todos os alunos e alunas estarão presentes – via de regra, se alguém não comparecer ou chegar com atraso à apresentação, seu trecho será simplesmente ignorado ou apresentado ao final);
  • Desnecessário citar que a equipe não se preocupa em se preparar antecipadamente para a apresentação, seja em termos de timing, seja na interdependência e junções entre os tópicos, na coerência global e até mesmo no planejamento e arranjo dos equipamentos necessários, tais como um laptop, sistema de projeção, cópias do trabalho em pendrive para o caso de pane, etc..

Em suma, temos aqui um trabalho no estilo “Dr. Frankstein”, com sua criatura gerada a partir de pedaços e juntada, criando-se um monstrengo.

Uma análise rápida do exemplo que acabamos de mostrar nos leva a uma importante conclusão, que será apresentada a seguir.

Com efeito, um dos principais fatores que devem ser desenvolvidos no alunado, no caso da realização de um trabalho em equipe, além das orientações, gerenciamento e a busca da idealidade e sinergias já citadas, consiste no senso de responsabilidade – dos estudantes com eles mesmos e também com relação aos seus colegas. Não é tarefa fácil, pois vários fatores estão envolvidos (a maturidade sendo um deles, mais desenvolvida e notória no caso de alunos e alunas que necessitam trabalhar paralelamente ao acompanhamento de seus cursos).

Seguiremos com este tema posteriormente, em nossos próximos artigos. No momento, gostaríamos de desenvolver alguns comentários referentes às atividades que temos a lhe oferecer. Propomo-nos a auxiliar os estudantes no que tange às dificuldades que apresentam no contexto escolar ou acadêmico (alunos e alunas que cursam o ensino médio ou superior). Problemas relacionados à absorção da matéria ministrada em aula, baixo rendimento, ineficiência na realização de suas tarefas ou nos estudos em casa que parecem não dar resultados.

O objetivo de nosso trabalho consiste em fazer com que os alunos e alunas “aprendam a estudar”.  Através de um acompanhamento individualizado, procuramos antes de tudo conhecer o(a) estudante, seus problemas e dificuldades, para somente então propor-lhes um conjunto de técnicas especialmente dimensionadas para o atendimento de suas necessidades, de suas características específicas.

Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial, mas sim de um programa de treinamento que levará o aluno ou a aluna a melhor aproveitar as aulas ministradas, a gerenciar e a otimizar seus estudos em casa, a obter melhor rendimento em suas tarefas e, como consequência deste conjunto de ações, ao aprimoramento das avaliações – desempenhos mais eficazes nas provas e exames.

Converse conosco, venha se juntar a nós para “aprender a estudar”. Contate-nos ainda hoje, através dos meios que colocamos à disposição (e-mail e mensagens via WhatsApp) e solicite mais informações. Teremos o máximo prazer em lhe retornar o mais brevemente possível:

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Estamos no seu aguardo. Envie-nos suas dúvidas e/ou perguntas agora mesmo para obter mais esclarecimentos. Até breve!

 

Créditos:

Primeira ilustração: https://www.flaticon.com/authors/vectors-market  – Vectors Market  -from https://www.flaticon.com

Segunda ilustração: https://www.iconspng.com/image/49283/students-group-work

Terceira ilustração: https://icon-library.net/icon/team-work-icon-12.html   title=”Team Work Icon #334358″ https://icon-library.net//images/team-work-icon/team-work-icon-12.jpg

Uma oficina que lhe permite aprender a estudar!