Percepções acerca do ambiente escolar, acadêmico e dos estudos (parte III)

“Meu professor é monótono, é tedioso, é desinteressante. Logo, eu não consigo aprender nada com ele!”

Todos nós temos plenas condições de conceber a imagem daquele aluno que tenta assistir a uma aula, porém aos poucos as pálpebras vão se fechando, pesadas, convidando o nosso personagem a penetrar no mundo de Hypnos (*) , o deus do sono na mitologia grega, a personificação do sono e da sonolência (mas não do cansaço no que diz respeito à fadiga). A voz do professor vai ficando cada vez mais distante, até que nosso aluno-exemplo sucumbe.

Todos os professores, bem como seus pupilos, possuem características peculiares, que os distinguem e caracterizam. Encontramos aqueles mestres que se comportam tal qual  um apresentador de TV, outros que se mostram excessivamente sérios, estanques e formais. Temos também aqueles que facilmente se comunicam com os alunos, por se expressarem no mesmo linguajar, conhecedor das gírias e maneirismos da época. E há também (por que não?), aqueles professores monotônicos, cujo timbre se mantém constante ao longo da aula, estabelecendo um ambiente tedioso.

Independentemente dos rótulos que impomos a estes profissionais, isto não tem, em princípio, nenhuma correlação com o conhecimento e a capacidade de transmitir suas aulas. Tratam-se tão somente de aspectos, nuances de suas personalidades, assim como os de qualquer ser humano.

E o que faríamos, quais deveriam ser nossas atitudes diante deste professor monótono?

Neste caso, o princípio básico seria o de não critica-lo. Trata-se de sua natureza. Partindo do pressuposto de que este professor possui conhecimento e é capaz, o correto e mais lógico seria nos adaptarmos (ou ao menos tentarmos…) à situação e, de suas aulas, procurarmos aproveitar o melhor que pudermos.

Pode parecer uma tarefa extremamente difícil, porém, quando nos conscientizamos do quadro que acabamos de expor, aos poucos vamos procurando afastar nossos impedimentos e bloqueios, conseguindo extrair o máximo que for possível do conteúdo exposto em aula.

Não exigir do professor que ele seja um “expert” em comunicação é princípio essencial. O mestre não tem nenhuma obrigação formal de fazer com que a aula transcorra sob o atento comportamento de seus alunos. Ao contrário, cabe a eles a tarefa de procurar compreender, relacionar fatos e ideias, conceitos que o professor expõe, mesmo que o canal de comunicação entre o docente e seu alunado não corresponda ao ideal.

A motivação é um fator que muito auxilia neste processo. O aluno motivado não dá importância ao modo com que o professor se expressa, às suas eventuais dificuldades de comunicação (ou mesmo problemas de saúde que o levam a um comportamento precário), e sim ao conteúdo que está sendo ministrado. O aluno não deve hesitar em consultar seu professor em caso de dúvidas ou não compreensão de determinado tópico, pois se sente seguro e confiante de que está tentando acompanhar a aula, apesar das dificuldades (sejam elas associadas à comunicação, sejam ao próprio conteúdo).

Já o aluno desinteressado, além de se prostrar em sua carteira, tenta impingir aos seus colegas um comportamento semelhante, com o objetivo de não se sentir sozinho, de ter apoio em sua “revolta” em se tratando do fato de não estar absorvendo absolutamente nada da aula. Com efeito, o que ocorre é que tal procedimento é conseqüência de um bloqueio auto-imposto, onde o aluno se recusa até mesmo a procurar se sentir parte do ambiente, parte da aula. Tentar compreender o conteúdo? Nem pensar!

Tal cenário, no entanto, consiste no resultado de uma seqüência de situações que acarretam este comportamento, iniciando-se pela falta de motivação, a obrigação (direta ou indireta) de permanecer em aula, o estabelecimento de uma justificativa para não assisti-la (o professor é desinteressante…), seguida de uma reação que o aluno julga como adequada e respaldada (por ele e pelos colegas que foram incitados a mimetizar seu comportamento).

Resumindo: se o seu professor se mostra monótono, tedioso, desinteressante, mas o conteúdo está sendo apresentado com coerência, um grau de motivação elevado consiste no antídoto a estas barreiras, contribuindo fortemente para que, mesmo assim, o aluno realmente interessado consiga absorver a matéria que lhe é explanada..

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Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

(*) Não confundir com Morfeu, o deus do sonho, também presente na mitologia grega e que aparece nos sonhos das pessoas, neles assumindo qualquer forma humana e que deu origem ao nome da droga “morfina”, visto que ela propicia ao usuário sonolência e efeitos análogos aos sonhos!

Atribuições de créditos referentes às figuras:

<a href=”https://icon-library.net/icon/tired-icon-3.html”>Tired Icon #224243</a>

<a href=”https://icon-library.net/icon/tired-icon-5.html”>Tired Icon #224249</a>

<a href=”https://icon-library.net/icon/student-icon-png-17.html”>Student Icon Png #282327</a>

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