Tudo aquilo que você sempre pensou a respeito do trabalho em equipe (no ambiente escolar ou acadêmico) porém nunca teve a oportunidade de expressar – parte II

Em nosso texto anterior tratamos de alguns aspectos referentes ao trabalho em equipe na Escola, na Faculdade ou Universidade sob a ótica de um professor com larga vivência no ambiente acadêmico, a partir das constatações do comportamento de seu alunado ao longo de décadas.

Procuraremos agora apresentar uma abordagem diferente para o trabalho em equipe, analisando seus aspectos positivos e negativos, seu lado bom e o ruim, suas vantagens e desvantagens.

Estritamente falando, a ideia do trabalho em equipe consiste em atuar conjuntamente de modo a atingir um mesmo objetivo. Trata-se de uma definição aparentemente simples, não fosse pela dificuldade inerente ao lidar com pessoas portadoras de diferentes opiniões. Não necessariamente isto seria um  problema, pois teoricamente, quanto maior o número de participantes, mais informações estariam à disposição para a execução do trabalho, e haveriam mais fonte de ideias.

A criatividade seria ressaltada, mais propostas, contrapropostas e discussões seriam estabelecidas. Verdades poderiam ser reavaliadas assim como os pontos de vista. Estes seriam os aspectos positivos. Contrapondo, há algumas considerações que pendem para o lado negativo que também merecem ser comentadas.

  • Quando uma atividade em equipe está sendo executada, pode haver opressão sobre um ou mais participantes, forçando-os a acatar ideias distintas daquelas que outros propuseram. Não raramente, algum tipo de ameaça velada ou às claras pode ser manifestada.
  • Surgem também situações em que uns se expressam mais que outros, não concedendo espaço para que suas opiniões sejam colocadas.
  • Num trabalho em equipe típico, há aqueles membros que efetivamente “carregam o piano”, isto é, recebem uma sobrecarga de tarefas proporcionalmente excessiva enquanto que outros, privilegiados, assumem as partes mais leves, por assim dizer.
  • Quando há um maior número de pessoas participando de uma tarefa em equipe, o “grau de entropia”, ou, em outros termos – a desordem – tende a aumentar, pois mais tempo é consumido nas discussões, mais demoradamente se chegam às conclusões e a tarefa se desenvolve com maior dificuldade, com mais impedimentos.

Está sendo possível, através dos comentários até aqui expostos, constatar a presença simultânea de duas visões, os dois lados do trabalho em equipe, os aspectos positivos e negativos intrinsicamente ligados e indissociáveis.

Estando consciente destas características, torna-se possível decidir se uma determinada tarefa vale ou não a pena ser executada individual ou conjuntamente, em equipe. Dentre os critérios para este julgamento incluem-se a situação em que nos encontramos bem como nossas necessidades. Por exemplo, em de tratando principalmente de trabalhos acadêmicos, numa condição muito específica, aonde por uma razão ou outra o aluno é obrigado a executar uma atividade em equipe mesmo que disponha de todos os requisitos para realiza-la por si só (conhecimento, recursos, tempo, etc.) cabe uma interessante reflexão: que atitude deve um aluno tomar diante desta situação?

O que será exposto e também discutido a seguir, rogamos, não deve sob hipótese alguma ser confundido com egoísmo, egocentrismo, desprezo pelos demais integrantes do grupo ou outra forma de isolacionismo. Pedimos uma extrema atenção para a afirmação que se segue, entendendo-a de modo a manter a individualidade do estudante ao mesmo tempo em que se entrega ao grupo, à equipe. Aí vai ela:

“Realizar o trabalho em equipe pensando individualmente, porém transparecendo que há uma perfeita integração entre os membros do grupo”.

Duas ressalvas ainda no que se refere a esta frase (e que ela não seja lida fora de contexto!) serão apresentadas.

  • O “pensar individualmente” se refere a manter as âncoras na individualidade e ao mesmo tempo dedicar-se realmente à equipe, procurando colaborar com ela. O termo “transparecendo” deve ser entendido como de fato atuar na equipe, porém mantendo suas características pessoais sem assumir a completa identidade do grupo.

Por que isto? Aí vai a segunda ressalva e os esclarecimentos necessários.

  • A afirmação em pauta vale apenas e tão somente se o trabalho em equipe for colocado como sendo uma condição obrigatória e se de fato for constatada a ineficácia e a precariedade do grupo, sem que estas situações e comportamentos possam vir a ser expostos perante aqueles que lhe obrigam a participar do trabalho.

Enfatizando então, não se trata de agir falsamente, mas sim operar e orientar o grupo individualmente, como um comandante – uma tática para evitar maiores problemas e ter a tarefa executada (sem a idealidade, evidentemente, esperada de um trabalho em equipe – infelizmente).

Esta é uma solução de compromisso que pode ser adotada pelo bom aluno e pela boa aluna. Ele(a) realiza o trabalho, não se indispõe com os colegas, consegue fazer com que o grupo assimile novos conhecimentos e não desenvolve atritos com seus professores. De quebra, a equipe acaba por lhe agradecer pela ajuda (e pela nota obtida!).

Poderíamos elaborar outros comentários, desta feita quanto a um hipotético docente que tenha colocado os alunos diante de um trabalho que forçosamente deveria ser realizado em equipe, e que colocou  um(a) estudante (com o perfil anteriormente tratado) em xeque.

Estaria o professor ou professora ciente da heterogeneidade da equipe (ou equipes, partindo do princípio de que esta condição viesse a estar replicada em outros grupos)?

Este teria sido de fato o interesse do mestre? Se sim, poderia ser uma tentativa de polinizar o conhecimento, de modo a mesclar bons com maus alunos? Ou será que o(a) professor(a) inclui-se dentre aqueles que não possuem a devida habilidade, formação e treinamento para lidar com uma turma dividida em equipes e o estabelecimento de objetivos a serem atingidos?

Fato é que há de tudo – bons e maus professores, preparados em maior ou menor grau, habituados e favoráveis a trabalhar conjuntamente com outros docentes (ou não) bem como propor atividades em equipe aos alunos (ou não) e por aí vai.

Em suma, seria muito bom que o aluno ou a aluna conheçam estes  diferentes cenários e consigam por si só analisar a situação e tomar as melhores decisões, ponderando cuidadosamente os prós e contras, não se esquecendo de levar em conta o bom relacionamento para com seus colegas. Os estudantes, assim agindo, só tem a ganhar.Ao dispor de apoio adequado, através de um mentor, todos os aspectos da vida escolar ou acadêmica de um aluno ou de uma aluna podem ser otimizados, tais como: aprimorar suas condições para melhor assimilar o conteúdo que está sendo ministrado em uma sala de aula, como estudar em casa com maior eficiência, organizar seus horários, aquisição de novos hábitos que venham a ajudar no bom desempenho na Escola, Faculdade ou Universidade, obtenção de melhores resultados em suas tarefas – exercícios, trabalhos, apresentações, etc., culminando com uma boa assessoria para a obtenção de boas notas nas avaliações e uma proveitosa integração com seus colegas.

 

Nosso trabalho consiste justamente em desenvolver este programa de mentoria. Por meio de uma entrevista inicial, procura-se melhor conhecer o aluno ou a aluna de modo a entender suas necessidades e problemas específicos. A partir daí é elaborado um conjunto de ações baseadas em técnicas especialmente voltadas ao atendimento daquilo que este aluno ou aluna necessitam.

Tratam-se de acompanhamentos e orientações individualizados, que procuram resolver aquilo que afeta os(as) estudantes que nos consultam, levando-os  a desenvolver uma rotina de estudos mais eficiente, com melhor aproveitamento, redução de esforços e menos desgastes.

Não deixe de nos consultar. Solicite o quanto antes mais informações, sem qualquer compromisso. Você só tem a ganhar com isto.

Dispomos de um e-mail e de um contato via WhatsApp (para mensagens escritas ou gravadas), para trocarmos informações, esclarecimentos de dúvidas bem como tudo aquilo que você queira conhecer a respeito de nossas atividades de mentoria.

Escreva-nos já:

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Estamos no seu aguardo. Permita-nos ajudar-lhe a “aprender a estudar”. Junte-se a nós e melhore seu desempenho escolar ou acadêmico. Não perca tempo! Até logo mais!

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