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Mude sua forma de pensar e tente se organizar!

“Quando reconhecemos e aceitamos nossas fraquezas, ganhamos clareza sobre em que áreas devemos melhorar.

(autor desconhecido)

 

Você deseja realizar algo, porém uma nuvem de impedimentos surgem diante de si. Tenta se desvencilhar destas pedras no caminho e não consegue. Esta situação lhe é familiar? Como sair deste imbróglio? Saiba que é possível encontrar formas para que isto aconteça. Fazendo um trocadilho, eis o “caminho das pedras”.

Em primeiro lugar, tente identificar o motivo pelo qual é importante você fazer o que deve ser feito. Pense num quadro geral, olhando à distância, procurando pensar no impacto a longo prazo de suas ações. Como a execução daquilo que você deve fazer se conecta aos seus objetivos e valores? É importante também escrever as razões pelas quais você precisa executar a tarefa. Isto ajuda a reforçar sua motivação. A motivação necessita ser desenvolvida. Vamos a alguns exemplos. Você está animado para aprender? Fascinado ou curioso sobre algo? Deseja um novo desafio? Esforça-se para dominar algo? O que você ganhará fazendo este trabalho?

A partir daí, começa o caminho que leva à identificação dos obstáculos. O que está impedindo você de trabalhar no que precisa? Você pode isolar o problema ou removê-lo? Reconheça seus próprios padrões de comportamento. Perceba quais são suas táticas de paralisação, que o impedem de avançar em suas atividades, seus diálogos internos – “começarei meu trabalho assim que vencer isto ou aquilo” –  e como você procrastina suas ações.

Desenvolva um mantra. Um mantra é uma palavra ou expressão que se repete, geralmente durante a meditação, para alcançar um estado de relaxamento e contemplação. Encontre uma declaração, foto, pôster ou ditado que o motive. Busque maneiras criativas para se lembrar disso. Aumente sua conversa interna positiva e pare com qualquer conversa interna negativa. Lembre-se que se você acreditar que vai dar certo, você tem razão. Mas se porventura acreditar que não dará certo, você também estará com a razão.

Tente avaliar o sucesso que você já alcançou anteriormente. Adicione alguns itens à sua lista de tarefas, por mais simples que sejam, e faça-os, apenas para riscá-los posteriormente como tendo sido já executados. Isto fará com que você ganhe impulso (mesmo que pareça um pouco falso…).

Procure definir as etapas para a realização daquilo que deseja. Por exemplo, suas sessões de estudo. Encare-as como sendo um projeto. É mais fácil identificar o projeto como sendo uma série de pequenos passos. Conhecer o primeiro passo facilita o início. Comporte-se como um GPS ou “Waze”, que informa apenas uma curva de cada vez. Torne os passos pequenos e alcançáveis..

Planeje um horário para começar suas atividades. Se você agendar um momento fixo para fazer isso, é mais provável que você realmente comece, encarando a atividade como uma tarefa necessária. Não há sentido em esperar até sentir vontade. Ninguém sente vontade de fazer algo que não quer fazer (a não ser que seja obrigado a isso).

Programe seu tempo para pausas divertidas. Não é realista estudar por 5 horas seguidas, o que justifica a realização de pausas. Determine o que será feito nestas pausas e qual será a duração, mantendo o controle de sua agenda.

Minimize as distrações e outras coisas às quais você precisa dizer não. Nossa capacidade de resistir à tentação diminui cada vez que nos deparamos com outra tentação. É mais fácil não comer sorvete se você, em primeiro lugar, não comprá-lo.

No final do dia ou sessão de estudo, faça anotações sobre o que você ainda precisa fazer e o que precisa executar a seguir, de modo que seja mais fácil recomeçar a sessão seguinte. Assim você prepara um “gancho” para as próximas etapas.

O que estas considerações tem a ver com o nosso trabalho? Absolutamente tudo! Procuramos auxiliar aqueles alunos e alunas que possuem dificuldades nos estudos, desde o momento em que os estudantes entram na sala de aula para acompanhar as explanações de seus professores até o momento em que são submetidos às avaliações, passando pelo processo de tomar notas durante a aula, de se concentrar ao longo dela, de expor suas dúvidas, de rever a matéria em suas casas, de realizar trabalhos e exercícios e todas as demais ações típicas do ambiente estudantil, estejam eles cursando o Ensino Médio ou o Superior. A questão da procrastinação, em todos os seus aspectos, também é observada, sendo proporcionadas todas as condições para que os estudantes a vençam. Incluímos também treinamentos de leitura dinâmica e eficaz, ferramenta importantíssima no âmbito escolar e acadêmico.

Por meio de entrevistas iniciais, com o objetivo de conhecer o aluno ou a aluna e seus problemas específicos, bem como suas características e necessidades individuais, propomo-nos, enquanto mentores, a elaborar uma metodologia específica para o atendimento de suas particularidades, desenvolvendo técnicas de estudo voltadas para este(a) estudante, cujos resultados são por nós acompanhados e reajustados se necessário for.

Em suma, nosso propósito é o de direcionar o aluno ou a aluna a “aprender a estudar”.

Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial – mas sim, de desenvolver todo um processo direcionado àquilo que o(a) estudante (o mentorado) efetivamente necessita – um acompanhamento pessoal visando melhorar a sua absorção do conteúdo ministrado, aprimorar seus estudos em casa com maior rendimento e eficácia e, como consequência direta, obter maior aproveitamento escolar ou acadêmico, conforme o caso.

Diga-se de passagem, nossa mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte do(a) aluno(a).

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para nos contatar. Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via SkypeZoom ou aplicativos semelhantes. Para tanto, dispomos de um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Se preferir, ligue-nos ou envie uma mensagem via WhatsApp:

(11) 99317-5812

Procure-nos hoje mesmo e teremos o máximo prazer em expor o que temos a oferecer. Não perca tempo. Você estará diante de excelentes técnicas para solucionar seus problemas de aprendizagem – a dificuldade em estudar, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas e a estudar mais eficientemente.

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando. Até breve!

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

Créditos:

Primeira ilustração: https://br.freepik.com/vetores-gratis/carater-cerebro_800241.htm#fromView=keyword&page=1&position=3&uuid=37165315-6914-41eb-bc59-396b20325063  Imagem de freepik.

Segunda ilustração: https://br.freepik.com/vetores-gratis/personagens-do-cerebro-mascote-dos-desenhos-animados-com-cara-engracada_8631175.htm#fromView=keyword&page=1&position=41&uuid=30f8c7e2-8f07-4353-bbca-463cece7483a  Imagem de upklyak no Freepik.

Terceira ilustração: https://br.freepik.com/vetores-gratis/conjunto-de-caracteres-do-cerebro-humano-levantando-halteres-bebendo-coquetel-mostrando-os-musculos_35160925.htm#fromView=keyword&page=2&position=31&uuid=6d1af6b7-6add-4705-b72e-877a6c7b7047  Imagem de pch.vector no Freepik.

Por que em algumas situações acreditamos conhecer tudo a respeito de um dado tema?

“A praga do homem é se gabar de seu conhecimento.

Michel de Montaigne – filósofo renascentista e escritor erudito francês (1533-1592) 

 

Existe um fenômeno conhecido  na Psicologia, denominado de “Efeito Dunning-Kruger”. Precisamos tomar muito cuidado com ele, e neste artigo procuraremos mostrar os motivos.

Em poucas palavras, pessoas que não tiveram ainda a possibilidade de desenvolver suas habilidades intelectuais, quando colocadas diante de situações em que são solicitadas a opinar ou mesmo a decidir a respeito de atitudes a serem tomadas, tendem a superestimar exageradamente a sua bagagem intelectual ou o seu conhecimento a respeito do assunto tratado, acreditando realmente que ela possui todos os requisitos necessários para estar sendo colocada naquela posição.

Como este fenômeno pode ser explicado? O importante, antes de tudo, é destacar que não se trata de uma enganação, onde o indivíduo forja conscientemente dispor de um conhecimento que não possuí. Trata-se de uma sensação que lhe parece real, de modo que ela acredita dispor de recursos intelectuais que, na realidade, são bem inferiores àqueles que lhe são pertinentes. Quando a pessoa recebe uma tarefa e ela não apresenta as condições necessárias para a sua realização, de algum modo o seu cérebro cria uma  fantasia e ela, de modo ilusório, acredita piamente possuir esta capacidade.

Um outro fato curioso é que há indivíduos que são portadores de uma característica inversa, qual seja, acreditam que dispõem de menos capacidade intelectual, de habilidades ou de outros recursos do que aqueles que realmente possuem. Não se trata de falsa modéstia. Tratam-se de indivíduos de altíssima capacidade mas que, de alguma forma, não associam esta bagagem de conhecimento e/ou experiência com a sua pessoa.

Para acrescentar mais fatos curiosos a este efeito, é importante comentar que há uma regra básica no “Efeito Dunning-Kruger”. Atenção para ela: “Não sabemos se somos ou não portadores deste efeito“.

Antes de continuarmos, convém acrescentar algumas considerações a respeito  da “humildade intelectual”, um tópico que poderá ser aprofundado em um próximo artigo. No momento, vamos tratar apenas dos aspectos que nos interessam.

A humildade intelectual pode ser definida como sendo o reconhecimento de que aquilo em que você acredita, pode, de fato, estar errado. É importante ressaltar que não se trata de humildade no sentido mais amplo ou de timidez, falta de confiança e nem mesmo estar relacionado a problemas de auto estima. A humildade intelectual é uma técnica de raciocínio. Trata-se de levantar a possibilidade de estarmos errados e estarmos abertos a aprender ou a reaprender com base na experiência de outros indivíduos, que eventualmente poderiam ter trilhado caminhos diferentes dos nossos. Trata-se de estar sempre atento e interessado no que se refere aos nossos “pontos cegos”.

A questão do ponto cego tem tudo a ver com o método científico proposto há tempos por  René Descartes. Tomemos como exemplo uma pesquisa científica. Um cientista pode perfeitamente trabalhar contra a sua hipótese, pressupondo que esteja trilhando um caminho errado e procurando eliminar quaisquer outras explicações possíveis (que não as suas próprias) para um dado fenômeno antes de chegar a uma conclusão. Ele se pergunta: o que deixei de considerar? O que não estou vendo? Estes são os pontos cegos.

Quem age deste modo, seguindo procedimentos semelhantes aos adotados pelo cientista acima descrito, adquire o hábito de pensar a respeito de seus limites (o que pode ser doloroso…). Com isto, monitoramos nosso grau de confiança em nós mesmos.

Voltando ao nosso tema central: o “Efeito Dunning-Kruger”. A humildade intelectual, apesar de ser uma virtude louvável, é bastante rara. Isto porque o cérebro tende a esconder de nós mesmos os pontos cegos. Tendemos muitas vezes a ser mais confiantes em se tratando de uma habilidade, um conhecimento ou o domínio de uma área do que deveríamos. Mas o grande problema não é este, e sim o fato de não estarmos conscientes de que estamos superdimensionando nossas capacidades, desprezando os limites pessoais. Em outros termos, tendemos a não perceber a nossa ignorância.

Há um princípio curioso, denominado de “Princípio do Realismo Ingênuo”. Uma pessoa pode acreditar que o modo como ela percebe a  ela mesma, o ambiente ao seu redor ou o mundo de uma forma geral seja conhecido e evidente. Todavia, isto não significa que suas convicções sejam verdadeiras. Sempre que nos esforçamos numa tarefa e concluímos algo, automaticamente tendemos a pensar que nossa conclusão está correta. Mas não necessariamente está, pois muitas vezes nosso cérebro  nos engana, como já foi comentado, e este engano acontece por conta do “Princípio do Realismo Ingênuo”. Ou seja, quando um indivíduo não entende algo, pode acontecer dele não perceber que não entendeu e cria, em consequência,  um modelo errôneo a respeito do que lhe foi informado.

Outro ponto relevante é que todos nós fomos, somos e seremos vítimas destes enganos ao longo da vida, em maior ou menor grau. Não estar consciente do ponto aonde começa nosa ignorância é absolutamnte normal. A questão é que não percebemos isto em nós, porém notamos perfeitamente nos outros.

Um fenômeno bastante comum, presente em muitos recém formados quando entram no mercado de trabalho é que não são, a princípio, vítimas do “Efeito Duning-Kruger”,. No entanto, passam a sê-lo em pouco tempo. Isto acontece quando, no afã de demonstrar seus potenciais, passam a acreditar que são capazes de executar uma dada tarefa quando, na realidade, ainda não dispõem da capacidade e/ou condições necessárias para tanto.

Interessante citar que nós, enquanto docentes na área da Engenharia, por vezes nos deparamos com situações inusitadas e que nos remetem diretamente ao “Efeito Duning-Kruger”. Podem ocorrer casos em que a vida profissional de um jovem ingressante numa Faculdade pode vir a ser extremamente  prejudicada devido a isto. Atente-se para o exemplo a seguir. Chegou ao nosso conhecimento que um aluno calouro de Engenharia assistia às aulas iniciais de Cálculo de seu curso. Nas primeiras semanas, havia comentado com os colegas que se julgava tão conhecedor dos conceitos que estavam sendo apresentados, que era capaz de concluir os fatos antes do professor terminar as explanações. Considerava que tudo era banal, evidente e que nem precisava realizar as tarefas propostas por estar plenamente consciente de seu domínio sobre a matéria ministrada. Desnecessário nos estendermos mais. Foi reprovado, o mesmo acontecendo em outras disciplinas em função da exagerada confiança em sua capacidade. O aluno era inteligente, comunicativo, pontual. Dispunha de todas as qualidades desejadas em um estudante universitário. Mas o “Efeito Duning-Kruger” o dominou de tal modo que, dadas as sucessivas reprovações e talvez por não ter sido compreendido pelo corpo docente e/ou familiares, acabou desistindo do Curso Superior que cursava. Ao que consta, não se teve mais notícias dele.

O que pode ser feito com o objetivo de contornar o “Efeito Dunning-Kruger”? Seguem algumas dicas.

  • Seja curioso e faça perguntas quando não souber muito sobre algo.
  • Tente ser humilde – você realmente precisa responder àquela pergunta que um amigo seu acabou de fazer, ou seria mais sensato deixar alguém com maior experiência respondê-la?
  • Seja honesto consigo mesmo, assuma e procure identificar os limites do seu conhecimento.
  • Não tenha medo de parecer incompetente se não se sentir a vontade quando se envolver com um determinado tópico – ninguém sabe tudo e certamente há muitos temas sobre os quais você sabe muito, de fato. Atenha-se a eles!
  • Pergunte a si mesmo se o que você está prestes a dizer ou escrever é algo que você realmente sabe e tem certeza disso. Ou você está simplesmente adivinhando e fazendo suposições? Certifique-se de comunicar claramente o que você estiver tentando dizer!
  • Como acontece com todos os preconceitos, lembre-se – é sempre fácil identificá-los nos outros, mais do que em você mesmo. Então, faça um esforço extra e tente observar como você age, fala ou escreve.

O “Efeito Dunning-Kruger” é apenas um dentre vários elementos que podem afetar o dia-a-dia dos estudantes. Conhecendo mais a respeito dele, suas consequências ficam mais fáceis de se evitar.

A propósito, nós. enquanto mentores, podemos lhe ajudar a aprender a estudar”.

Nestes nossos artigos temos tratado de situações genéricas, porém a individualidade não pode ser desconsiderada. Através de nossas sessões de mentoria, desenvolvemos processos com o objetivo de compreender as necessidades e particularidades do(a) estudante para, a partir daí, dar-lhe o apoio e direcionamentos adequados, paralelamente ao acompanhamento do desempenho de nosso mentorado(a).

Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial, e sim de um treinamento e de aconselhamentos  pessoais, procurando aumentar o desempenho escolar ou acadêmico do aluno ou da aluna (esteja ele ou ela cursando o Ensino Médio ou Superior), aumentando a eficácia nos estudos, o melhor aproveitamento do tempo disponível e, como consequência, a obtenção de maiores notas nas provas e exames.

Resumindo, nosso objetivo básico é o de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

Nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – situações estas em que os principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos estudantes.

Desenvolveremos juntos as ferramentas que melhor se adequem às características pessoais de cada estudante. Contate-nos e conversaremos a respeito disso.

Nosso e-mail é:

aprendendoaestudar@aol.com

Caso seja de sua preferência, segue nosso telefone:

11-99317-5812 (WhatsApp)

Não perca seu tempo! Venha “aprender a estudar” conosco e comece agora mesmo. Estamos te esperando. Até logo mais!

 

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

Créditos:

Primeira ilustração:  https://br.freepik.com/search#uuid=87eceb38-56e6-4426-aff1-1215c3b540ba    Ícone de Karacis

Segunda ilustração: By User:Sciencia58 – Based on File:Dunning-Kruger-Effect.png, CC0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=86122176

Terceira ilustração: By © Nevit Dilmen, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=36423233

O imediatismo no processo de aprendizagem: um obstáculo ao conhecimento profundo.

“O imediatismo transforma desejos passageiros em conquistas superficiais.”

Autor desconhecido.

 

O imediatismo tem se consolidado como uma característica marcante da sociedade contemporânea, pautada pelo ritmo acelerado das inovações tecnológicas e pela cultura da instantaneidade. No contexto educacional, essa tendência manifesta-se na busca por resultados rápidos, soluções fáceis e gratificações imediatas, muitas vezes em detrimento da qualidade e profundidade do aprendizado. Tal fenômeno levanta questões cruciais sobre os impactos dessa mentalidade no desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos estudantes.

A aprendizagem é, por natureza, um processo gradual, que exige tempo, esforço, repetição e reflexão. Ao buscar atalhos que prometem absorção de conteúdos em tempo recorde, os aprendizes frequentemente negligenciam etapas fundamentais, como a consolidação da memória, a aplicação prática do conhecimento e o desenvolvimento do pensamento crítico. Esse comportamento compromete não apenas a retenção do conteúdo, mas também a capacidade de interligar conceitos e resolver problemas de forma criativa e autônoma.

A internalização de conceitos, o desenvolvimento de habilidades e a construção de um pensamento crítico e reflexivo não ocorrem de forma instantânea. No entanto, a mentalidade imediatista, alimentada pela promessa de soluções rápidas, muitas vezes despreza a necessidade de dedicação e esforço contínuos. Cursos “milagrosos”, métodos ultrarrápidos e a expectativa de dominar habilidades complexas em um curto período ilustram esse fenômeno. Embora atraentes, tais propostas geralmente resultam em uma compreensão superficial e fugaz, incapaz de sustentar a aplicação prática ou o aprendizado de longo prazo.

O imediatismo fomenta uma relação superficial com o conhecimento. Quando o foco recai exclusivamente nos resultados (tais como boas notas, diplomas ou reconhecimento social), o valor intrínseco do aprendizado é desvalorizado. Isso é particularmente preocupante em um mundo que exige habilidades complexas, como a capacidade de aprender continuamente, a adaptabilidade e a colaboração. Tais competências não podem ser desenvolvidas de maneira apressada, atabalhoada ou mecânica.

A tecnologia, embora tenha democratizado o acesso à informação, sendo também um valioso recurso pedagógico, por outro lado amplifica o desejo pelo imediatismo. A possibilidade de encontrar respostas instantâneas para praticamente qualquer pergunta pode criar a ilusão de conhecimento. Os meios digitais frequentemente reforçam a mentalidade de que aprender é equivalente a acumular dados, ignorando a importância da reflexão e da prática deliberada.

Os mecanismos de busca nos computadores e smartphones limitam o desenvolvimento de habilidades cognitivas fundamentais, tais como a análise crítica e a síntese de informações, fragmentando a atenção e dificultando a profundidade necessária para o verdadeiro entendimento. Resumindo, o excesso de estímulos digitais, combinado com a constante busca por gratificações rápidas prejudica a concentração e a capacidade de reflexão, elementos indispensáveis para o aprendizado significativo.

Para enfrentar o desafio do imediatismo no aprendizado, é essencial resgatar a valorização do processo e cultivar uma mentalidade de crescimento. Práticas como a aprendizagem ativa, a resolução de problemas reais e o desenvolvimento de projetos colaborativos podem ajudar a reforçar o compromisso com o aprendizado contínuo. Além disso, educadores e instituições devem incentivar a paciência, a resiliência e a curiosidade intelectual, elementos indispensáveis para o desenvolvimento de um conhecimento sólido e transformador.

Em suma, combater o imediatismo no processo de aprendizagem é um desafio que requer esforço conjunto de educadores, alunos e da sociedade como um todo. Ao priorizar a profundidade sobre a velocidade, e a qualidade sobre a quantidade, é possível formar indivíduos mais bem preparados para enfrentar as complexidades do mundo contemporâneo, de maneira crítica e reflexiva.

Podemos ajuda-lo(a) a se preparar adequadamente ao se deparar com situações tais como aquelas que foram tratadas neste artigo. E não apenas isso. Queremos que você venha “aprender a estudar” conosco.

Por meio de uma avaliação individualizada, procuraremos identificar suas características no âmbito escolar ou acadêmico e buscar a otimização de seu aproveitamento, seja você estudante do Ensino Médio ou Superior.

Contate-nos! A experiência lhe será muito proveitosa. Podemos atender à distância, através da plataforma “Zoom” ou equivalentes.

Não deixe para depois. Aproveite o momento.

Segue nosso e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

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11-99317-5812 (WhatsApp)

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

 

créditos:

primeira ilustração: https://www.flaticon.com/br/icones-gratis/imediato title=”imediato ícones”     Imediato ícones criados por Freepik – Flaticon

segunda ilustração:  https://www.flaticon.com/br/icones-gratis/inteligencia-artificial  title=”inteligência artificial ícones”  Inteligência artificial ícones criados por wanicon – Flaticon

terceira ilustração:  https://www.flaticon.com/free-icons/immediately title=”immediately icons”    Immediately icons created by Three musketeers – Flaticon

Porque pessoas bem sucedidas frequentemente falham ao tentar repetir seu sucesso?

“No caminho rumo a um grande objetivo, comemore as pequenas vitórias como se cada uma fosse o objetivo final. Desta forma, não importa o desfecho, você já será vitorioso.

Kevin Kelly – escritor e editor norte-americano em “Grandes conselhos para a vida” (1952 –        ) 

 

Recentemente tivemos a oportunidade de ler um artigo de Kevin Kelly, escritor e editor da revista  Wired, intitulado “Premature Optimization” (Otimização Prematura). No texto, Kelly procura analisar os motivos pelos quais as pessoas bem-sucedidas frequentemente falham ao tentar repetir seu sucesso. A explicação do autor é simples: isto acontece porque o sucesso é frequentemente a fonte do fracasso.

Segundo Kevin Kelly, o sucesso é uma forma de otimização — um estado de lucros ótimos, ou aptidão ótima, ou maestria ótima. Nesse estado, você não pode fazer nada melhor do que está fazendo.

O autor exemplifica: “Um camelo passou por milhões de revisões em seu design para aperfeiçoar sua compatibilidade com um clima árido. Nos negócios, uma empresa pode ter passado muitas décadas aperfeiçoando um dispositivo até que ele se tornasse a marca mais vendida. Indivíduos bem-sucedidos também descobrem uma habilidade em que se sentem exclusivamente aptos a dominar, tal qual um artista que canta de uma forma inimitável”.

Os cientistas usam como analogia o diagrama de uma paisagem montanhosa para ilustrar esse princípio. Os contornos da paisagem ondulada indicam o sucesso adaptativo de uma criatura. Quanto maior a elevação de uma entidade, mais bem-sucedida ela é. Quanto menor, menos apta.

A menor elevação é a adaptação zero — ou, em outras palavras, a extinção. A história evolutiva de um organismo pode, portanto, ser mapeada ao longo do tempo, à medida que sua população começa no sopé da baixa adaptação e gradualmente sobe montanhas cada vez mais altas de maior adaptação ambiental. Isso é conhecido na biologia como sendo a “escalada de colinas”. Se a espécie tiver sorte, ela escalará até atingir um pico de adaptação ideal. O Tyrannosaurus Rex atingiu o pico de aptidão. A Olivetti Corporation da era industrial atingiu o pico da máquina de escrever ideal. Os Sex Pistols atingiram o ápice do punk rock.

Estas histórias podem ter terminado ali, com sucesso contínuo por eras, exceto pelo fato de que os ambientes raramente permanecem estáveis. Isto acontece porque, ainda utilizando a analogia citada, a paisagem muda e montanhas íngremes de novas oportunidades surgem da noite para o dia. O que por muito tempo pareceu um monumental Monte Everest pode rapidamente ser ofuscado por uma nova montanha vizinha que se ergue muitas vezes mais para o alto. Assim, durante certo tempo, dinossauros, máquinas de escrever ou punk rock estão no topo; posteriormente, será a vez dos mamíferos, dos processadores de texto e do hip-hop se sobreporem a eles.

Deste modo, o desafio para a entidade anteriormente bem-sucedida seria migrar para o pico mais novo e mais alto. Somente assim ela não se extinguiria.

Kevin Kelly dá prosseguimento às suas considerações quando passa a imaginar um mundo abarrotado de picos quase verticais, separados por vales profundos, subindo e descendo. Trata-se de uma “paisagem acidentada”. É uma imagem perfeita do mundo agitado de hoje.

Nessa descrição, para que qualquer entidade se mova de um pico para outro, mais alto, ela deve primeiro descer para o vale entre os picos. Quanto mais altos, mais profundo é o abismo entre eles. Mas a descida, de acordo com Kelly, significa que a entidade deve reduzir seu sucesso. Descida a um vale significa que um organismo ou organização deve primeiro se tornar menos apto, menos ótimo, menos excelente antes de poder se erguer novamente. Ele deve diminuir sua maestria e sua chance de sobrevivência e se aproximar do vale da morte.

Evidentemente, isso é difícil para qualquer espécie, organização ou indivíduo. Mas quanto mais bem-sucedida for uma entidade, mais difícil se torna a descida. Quanto mais uma organização se treina para buscar a excelência, mais difícil é buscar a não excelência, descer ladeira abaixo rumo ao caos. Quanto maior a maestria que um músico ganha por seu estilo distinto, mais difícil é deixar tudo de lado e ter um desempenho pior. Cada um de seus sucessos os vincula a seus picos.

Mas, ainda segundo Kelly, às vezes esse pico é apenas localmente ótimo, ou seja, há outros ainda maiores. O maior ótimo global está a apenas uma curta distância, mas pode muito bem estar ali para sempre, porque uma entidade, para poder superar seu sucesso, deverá necessariamente tornar-se menos bem-sucedida. Ela deve descer contra a estabilidade de sua habilidade consagrada, para somente depois subir ladeira acima em direção à melhoria.

A ciência da computação tomou emprestado o conceito de escalada como uma forma de descobrir soluções ótimas para problemas complexos. Essa técnica usa populações de algoritmos para explorar um amplo espaço de soluções possíveis. As possibilidades são mapeadas como uma paisagem acidentada de montanhas (melhores soluções) e vales (piores). Contanto que a próxima resposta caia um pouco “mais alto” em direção a uma resposta melhor do que a anterior, o sistema eventualmente subirá até o pico e, assim, encontrará a melhor solução. Mas, como na biologia, é provável que tenda para um cume “falso” local em vez da solução ótima global mais alta. Cientistas inventaram muitos truques para sacudir a otimização prematura de modo a fazê-la migrar para o ótimo global. Sair de um pico local e chegar ao melhor, repetidamente, exige paciência e rendição à imperfeição, ineficiência e desordem.

A longo prazo, a maior fonte de fracasso é o sucesso anterior. Então, sempre que você estiver buscando otimização de qualquer tipo, deve colocar em prática métodos que impeçam a otimização prematura em um pico local. Procure seu caminho rumo ao topo real.

Aqui apresentamos alguns importantes comentários motivacionais. No entanto, além deles é relevante que você conheça nossas atividades. Nosso trabalho se fundamenta em desenvolver técnicas de estudo especialmente dimensionadas e moldadas em função das necessidades, das características e particularidades específicas de cada indivíduo.

Trata-se de um processo de mentoria, através do qual um profissional na área educacional o acompanhará em se tratando da análise de seus problemas de estudo e o orientará em função daquilo que você efetivamente necessita para ultrapassar suas dificuldades, facilitando ao máximo a absorção e a retenção do conteúdo ministrado em aula, melhorando consequentemente sua aprendizagem e, como decorrência, os resultados de suas avaliações.

Independentemente de você assistir a aulas presenciais ou virtualmente através de computadores, tablets ou smartphones, os resultados proporcionados através de nossa mentoria, levando ao aprimoramento de seu rendimento nos estudos, serão semelhantes.

Nossa proposta é voltada ao “aprender a estudar”. É importante registrarmos que não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial. O que lhe oferecemos, ressaltando mais uma vez, é a adoção de técnicas de estudo que serão adaptadas às suas especificidades.

Conheça nosso trabalho. Suba sua primeira montanha. Contate-nos e esclareça suas dúvidas. Nosso telefone é:

(11) 99317-5812 (pelo Whats App)

Dispomos também de um e-mail, caso prefira nos escrever:

aprendendoaestudar@aol.com

Estamos te aguardando. Até breve! Aproveite a oportunidade e não perca tempo!

Venha “aprender a estudar” conosco. Comece agora mesmo.

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

 

créditos:

primeira ilustração:  https://br.freepik.com/vetores-gratis/quatro-cenas-diferentes-no-estilo-desenho-animado-da-natureza_11146897.htm#fromView=keyword&page=2&position=21&uuid=f63a773c-7a20-4aec-97b2-443857625ab8  Imagem de brgfx no Freepik

segunda ilustração:  https://br.freepik.com/vetores-gratis/conceito-objetivo-com-montanhas_756785.htm#fromView=keyword&page=1&position=7&uuid=0f03bc8b-a515-4b98-b8eb-c2226a457549    Imagem de Freepik

terceira ilustração: https://www.vecteezy.com/free-vector/descending    Descending Vectors by Vecteezy

O conhecimento que você adquire por conta própria é o mais valioso!

“O que deveríamos saber nunca nos ensinam em sala de aula.

Lailah Gifty Akita, escritora nascida em Accra, Ghana (1982  –   )

 

O conhecimento adquirido por conta própria é frequentemente considerado o mais valioso de todos. Enquanto a educação formal fornece uma estrutura e uma base sólida de informações, é o esforço individual, a curiosidade e a busca pessoal que verdadeiramente impulsionam a compreensão profunda e a sabedoria duradoura.

Quando uma pessoa se aventura a aprender por conta própria, ela se envolve em um processo ativo de descoberta. Isso requer iniciativa, motivação e autodisciplina. Em vez de receber conhecimento passivamente, ela está ativamente envolvida na pesquisa, análise e síntese de informações. Essa abordagem permite uma compreensão mais profunda e uma conexão mais significativa com o material estudado.

Além disso, o conhecimento adquirido por conta própria muitas vezes é mais relevante e personalizado para as necessidades individuais. Ao escolher os tópicos que desejam explorar, as pessoas podem direcionar sua aprendizagem para áreas que são mais pertinentes aos seus interesses, paixões e objetivos pessoais. Isso não apenas aumenta a motivação para aprender, mas também leva a um entendimento mais prático e aplicável do conhecimento.

A aprendizagem independente também promove habilidades cruciais, tais como o pensamento crítico, a resolução de problemas e a autoconfiança. Enquanto que uma educação formal muitas vezes enfatiza a memorização e a regurgitação de fatos, a aprendizagem autodirigida encoraja a análise crítica e a avaliação de diferentes perspectivas. Essas habilidades são inestimáveis em um mundo em constante mudança, onde os desafios são complexos e as soluções não são óbvias.

Acrescente-se também que a aprendizagem por conta própria pode ser uma jornada emocionante e gratificante. À medida que as pessoas se aprofundam em um tópico de interesse, elas experimentam uma sensação de realização e satisfação que vem de dominar algo novo e desafiador. Essa sensação de realização pode impulsionar ainda mais o desejo de aprender e explorar novos horizontes.

Em suma, o conhecimento adquirido por conta própria é inestimável por várias razões. Ele oferece uma compreensão mais profunda e pessoal, promove habilidades essenciais e proporciona uma sensação de realização e autonomia. Portanto, enquanto a educação formal continua sendo uma parte importante do processo de aprendizagem, é a busca ativa e contínua pelo conhecimento que verdadeiramente enriquece nossas vidas e nos capacita a enfrentar os desafios do mundo com confiança e discernimento.

Gostaríamos de acrescentar algumas palavras concernentes à nossas atividades. Nós, enquanto mentores, entendemos a importância de oferecer suporte personalizado aos estudantes que enfrentam desafios de natureza escolar ou acadêmica. Muitos deles se esforçam, porém, ainda assim, enfrentam dificuldades em alcançar o rendimento desejado. Nossa proposta não está voltada a ministrar aulas particulares de disciplinas específicas, mas sim a auxiliar os alunos e alunas a desenvolverem habilidades essenciais de estudo.

Nosso direcionamento se volta a fornecer um atendimento individualizado, adaptado às necessidades de cada aluno(a). Através de um processo de mentoria, ajudamos os estudantes a “aprender a estudar” de forma mais eficiente. Isso envolve orientações sobre como aproveitar melhor as aulas, técnicas de estudo em casa, preparação para provas e exames, e aprimoramento de métodos de estudo de modo a alcançar melhores resultados em menos tempo.

Nossos objetivos vão além disso. Não se trata somente de melhorar o desempenho escolar ou acadêmico, mas também em proporcionar aos estudantes uma sensação de confiança e excelência em seus estudos.

Para saber mais sobre nossos serviços e como podemos ajudar, entre em contato conosco através de uma mensagem dirigida ao nosso WhatsApp:

(11) – 99317-5812,

ou, se preferir,  envie-nos um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Estamos disponíveis para discutir detalhes e esclarecer quaisquer dúvidas que você possa ter, sem qualquer compromisso.

Estamos ansiosos para ajudá-lo(a) em sua jornada educacional. Até breve!

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

 

Créditos:

 Primeira ilustração:  https://www.flaticon.com/free-icons/student    title = “student icons”   Student icons created by Freepik – Flaticon

Segunda ilustração: https://www.freepik.com/icon/study_747086#fromView=keyword&page=1&position=4&uuid=d72bd7f2-fbd7-4845-9147-432a4745a01b      Icon by Prosymbols

Terceira ilustração: https://www.flaticon.com/free-icons/learning title=”learning icons”  Learning icons created by Eucalyp – Flaticon

Todo mundo está constantemente tentando te vender algo!

“Não basta ser apenas um consumidor, é preciso ser um consumidor consciente, senão não há diferença entre um consumidor e um escravo.”

Abhijit Naskar – Neurocientista (1991-   ), em “O Testamento da Paz”

É verdade que vivemos em uma era em que somos constantemente bombardeados por ofertas e propagandas de todos os tipos. Desde anúncios nas redes sociais até comerciais na televisão, parece que não há escapatória da constante tentativa de vender algo. Em se tratando de vendas, não estamos necessariamente envolvendo apenas produtos ou serviços. Incluem-se aqui a “venda”  (entenda-se aceitação ou indução) de ideias, filiação formal ou não a partidos políticos, crenças, conceitos religiosos, comportamentos, moda, e por aí vai…

Empresas e marcas competem ferozmente pela nossa atenção e pelo nosso dinheiro, utilizando estratégias cada vez mais sofisticadas de marketing para nos convencer de que precisamos de seus produtos ou serviços. Eles jogam com nossos desejos, necessidades e emoções, muitas vezes criando uma sensação de urgência ou escassez para nos motivar a comprar.

No entanto, é importante lembrar que nem todas as ofertas são necessariamente ruins. Muitas vezes, as empresas oferecem produtos e serviços que podem melhorar nossas vidas de várias maneiras. O desafio está em filtrar as informações e tomar decisões informadas sobre o que realmente precisamos e valorizamos.

Nesse ambiente saturado de publicidade, é fundamental desenvolver um senso crítico e aprender a discernir entre o que é genuinamente útil e o que é apenas uma tática de marketing. Além disso, é importante lembrar que somos mais do que simples consumidores; somos seres humanos com valores, interesses e aspirações que vão além do que nos é oferecido nas prateleiras das lojas.

Portanto, enquanto todos estão tentando nos vender algo, cabe a nós manter nossa autonomia e tomar decisões conscientes que estejam alinhadas com nossas necessidades e valores pessoais.

É interessante notar que muitas das características que são desenvolvidas em princípio visando o maior rendimento, aproveitamento e eficácia nos estudos, também se tornam valiosas ferramentas em se tratando de nos capacitar a estabelecer critérios e filtros no âmbito da intensa publicidade que nos bombardeia incessantemente.

Dentre estas ferramentas, que todo estudante preocupado em fazer com que suas sessões de estudo sejam proveitosas, e que também se mostram úteis no sentido de aprimorar o discernimento no que toca à pressão a que somos submetidos em se tratando de aquisições, destacamos:

  1. O desenvolvimento de pensamento crítico: Saber estudar de forma planejada e organizada também nos permite, como sub produto, analisar informações de forma crítica e a questionar a validade das mensagens de vendas, sendo possível, além disso, discernir entre afirmações legítimas e as tentativas de manipulação.
  2. Compreender estratégias: Saber sistematizar estrategicamente o processo de estudo, dispondo de uma visão global a respeito daquilo que devemos assimilar, é uma ferramenta que também pode ser aplicada para nos fornecer insights valiosos sobre como as empresas tentam nos influenciar. Ao entender as estratégias por trás das mensagens de vendas, podemos ser mais conscientes de quando estamos sendo alvo de táticas persuasivas.
  3. Fortalecimento da autoconfiança: A rotina de estudo eficaz pode aumentar nossa autoconfiança e autoestima, o que nos torna menos suscetíveis a pressões externas. Quando estamos confiantes em nossas próprias escolhas e valores, somos mais capazes de resistir a influências externas indesejadas.
  4. Tomada de decisão informada: Saber estudar com critérios bem definidos nos capacita com conhecimento e informações que nos permitem tomar decisões bem analisadas sobre nossas compras. Ao entender as características e benefícios dos produtos ou serviços que estamos considerando, podemos fazer escolhas que atendam verdadeiramente às nossas necessidades e preferências.
  5. Habilidades de comunicação: Ao nos acostumarmos a levar nossas dúvidas e questionamentos aos nossos professores, de modo direto e sucinto, estamos indiretamente nos treinando a lidar melhor com situações de vendas quando assumimos o papel de comprador em potencial. Podemos aprender a expressar nossas preocupações, fazer perguntas pertinentes e estabelecer limites claros, o que nos permite resistir a pressões de vendas indesejadas.

Em resumo, o conhecimento e a aplicação consciente de técnicas de estudo pode nos capacitar de várias maneiras a navegar pelo mundo das vendas e do consumo de forma mais consciente e segura. Ao cultivar pensamento crítico, estratégias, autoconfiança, tomada de decisão informada e habilidades de comunicação, podemos nos proteger melhor das tentativas de venda e fazer escolhas que realmente refletem nossos interesses e valores.

Nosso trabalho está fundamentado no auxílio a todos aqueles alunos e alunas que possuem dificuldades nos estudos,  desde o ponto de entrada numa sala de aula para acompanhar as explanações de seus professores até o momento em que são submetidos às avaliações, passando pelo processo de tomar notas durante a aula, de se concentrar ao longo dela, de expor suas dúvidas, de rever a matéria em suas casas, de realizar trabalhos e exercícios e todas as demais ações típicas do ambiente estudantil, estejam eles(as) cursando o Ensino Médio ou o Superior. A questão da procrastinação, em todos os seus aspectos, também é observada, sendo proporcionadas todas as condições para que os estudantes a vençam. Incluímos também treinamentos de leitura dinâmica e eficaz, ferramenta importantíssima no âmbito escolar e acadêmico.

Através de entrevistas iniciais, com o objetivo de conhecer o(a) estudante e seus problemas específicos, bem como suas características e necessidades individuais, propomo-nos, enquanto mentores, a elaborar uma metodologia específica para o atendimento de suas particularidades, desenvolvendo técnicas de estudo voltadas para este(a) aluno(a), cujos resultados são por nós acompanhados e reajustados se necessário for.

Em suma, nosso propósito é o de direcionar o aluno ou a aluna a “aprender a estudar”. Não se tratam de aulas particulares de nenhuma disciplina em especial – mas sim, de desenvolver todo um processo direcionado àquilo que o(a) estudante (o mentorado) efetivamente necessita – um acompanhamento pessoal visando melhorar a sua absorção do conteúdo ministrado, aprimorar seus estudos em casa com maior rendimento e eficácia e, como consequência direta, obter maior aproveitamento escolar ou acadêmico, conforme o caso.

Diga-se de passagem, nossa mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – modalidade esta cujos principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte do(a) aluno(a).

Conheça nosso trabalho. Colocamo-nos ao vosso inteiro dispor para nos contatar. Escreva-nos, relatando suas dúvidas e solicitando o agendamento de uma conversa via SkypeZoom ou aplicativos semelhantes. Para tanto, dispomos de um e-mail:

aprendendoaestudar@aol.com

Se preferir, ligue-nos ou envie uma mensagem via WhatsApp:

(11) 99317-5812

Procure-nos hoje mesmo e teremos o máximo prazer em expor o que temos a oferecer. Não perca tempo. Você estará diante dos melhores meios para solucionar seus problemas de aprendizagem – a dificuldade em estudar, em absorver a matéria ministrada, a obter melhores notas e a estudar mais eficientemente.

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando. Até breve!

 

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

 

Créditos:

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Terceira ilustração: Imagem de https://br.freepik.com/vetores-gratis/conceito-de-e-commerce-desenhado-a-mao-e-colorido_1230787.htm#page=36&query=shopping%20icon&position=29&from_view=keyword&track=ais&uuid=c299f50e-2193-4190-b3ba-b65453719fe9    Freepik.

Mais algumas dicas interessantes e úteis para todo estudante.

“Não estou dizendo que vai ser fácil, estou dizendo que vai valer a pena.

Arthur L. “Art” Williams Jr. , executivo de seguros americano (1942 – )  

 

Nesta oportunidade comentaremos a respeito de cinco recomendações que são válidas em qualquer circunstância, para todos os estudantes. Que tal pensar a respeito delas e tentar aproveitá-las sempre que surgir uma oportunidade para isto? Você só tem a ganhar com elas!

  • Primeira dica: Evite fazer suposições.

Uma tendência que todos nós temos, em maior ou menor grau, e a de pressupor que sabemos o que alguém que apresenta um conceito, uma teoria, uma aula ou mesmo desenvolve uma mera conversa, pensa ou até mesmo quais são as suas motivações. Podemos na verdade ter uma mera ideia ou sugestão a respeito, porém nunca devemos assumi-las como válidas até que tenhamos obtido uma quantidade de informações adequada para nos assegurarmos a respeito da consistência de nossas opiniões. Sempre que perceber que está diante de algo importante, pergunte, analise, junte as pontas soltas e identifique aquilo que você precisa saber, deixando de lado meras suposições. O “achômetro” não funciona!

  • Segunda dica: Procure aprender o que necessita saber de várias formas, empregando diferentes métodos.

Em vários de nossos artigos anteriores comentamos que há pessoas que aprendem melhor ouvindo, outras ao visualizarem uma lousa ou o professor, além daqueles que fixam melhor o que está sendo apresentado através de anotações. No entanto, da próxima vez que estiver aprendendo algo inédito, procure empregar inicialmente o método com o qual você está mais habituado. No momento em que surgir alguma dificuldade ou uma dúvida, procure mudar a forma. Se a sua tendência for a aprendizagem visual, mude para a auditiva ou a cinestésica (que envolve movimentos, dentre os quais, a escrita). Através destes desvios nas técnicas, estabelece-se uma boa chance de você passar pelos impedimentos que eventualmente surjam. Não se esqueça também de buscar outras fontes de informação – Youtube, Wikipédia e livros disponíveis na Internet relacionados ao tema que você deve estudar.

  • Terceira dica: Procure ser autossuficiente, além de estabelecer suas prioridades. Vá além daquilo que os outros lhe oferecem.

Perceba que os conteúdos do Ensino Fundamental, Médio e até mesmo o Superior são limitados. Nem tudo o que você precisa saber lhe é apresentado. Cabe a você adquirir as condições necessárias para que consiga se desenvolver por si só os temas que lhe são ensinados, de acordo com seu interesse e necessidade. Encare a Escola ou Faculdade como exercícios para que você adquira a capacidade de estudar por conta própria sempre que desejar ou precisar. Você deve decidir o que é importante em um dado momento. A passividade deve ser deixada de lado. Não se fixe nas banalidades. Seja curioso(a) e desenvolva a real intenção de aprender, sem que outros lhe imponham o que deve ou não aprender. Porém, muita atenção: não se exalte nestas considerações a ponto de abandonar seus estudos formais. Não é esta a ideia e nem a intenção. Eles são extremamente importantes para seu desenvolvimento e não invalidam seus exercícios de autossuficiência, muito pelo contrário! Atue paralelamente – de um lado, seguindo os estudos formais e, de outro, buscando novos conhecimentos a seu critério. Nem só um, nem só outro.

  • Quarta dica: Procure ponderar por si só o que é mais e o que é menos importante para você, numa dada situação.

Note que, seja na Escola ou na Faculdade ou Universidade, a maior parte daquilo que você aprende é resultado de uma massa de informações que lhe é apresentada e cobrada em testes ou provas. Cabe a você reproduzir nestas avaliações o que lhe foi ensinado. Em princípio, todas estas informações possuem um mesmo peso, sem que sejam descritas prioridades. Ninguém lhe definirá quais são as mais e as menos relevantes. Acontece que, na prática, isto não funciona. No seu dia-a-dia, diante de novas informações às quais você tem acesso, fora do ambiente escolar ou acadêmico, você mesmo(a) é quem deve estabelecer critérios para identificar o que  deve ser colocado em primeiro, segundo ou em último lugar.

  • Quinta dica:  Experimente ler alguns livros clássicos!

Quando você encontra uma expressão como esta – “livros clássicos” – muito provavelmente imagina estar tirando de uma estante um livro empoeirado, cheio de traças, amarelado pelo tempo e cheirando mal. Não é nada disso. Livros clássicos podem ser, em sua maioria, baixados facilmente da Internet por se tratarem de obras em domínio público. Por que estamos sugerindo para lê-los, ao menos alguns, tais como “Ilíada” e “Odisséia”, de Homero, “A Origem das Espécies” de Darwin ou “A Riqueza das Nações” de Adam Smith? A ideia, aqui, seria a de ter acesso e apreciar obras originais, de uma época muito anterior à nossa, de modo a perceber que quando lemos algo atual, muitas vezes trata-se de material que, de um modo ou outro, foi baseado em literatura mais antiga, e que você possui todas as condições para buscar as fontes originais, se necessário for, quando julgar que obras mais recentes lhe parecerem manipuladas ou tendenciosas. O material original lhe fornecerá uma base mais sólida no sentido de lhe proporcionar bases justificadas para aprovar ou questionar, se for o caso, a qualidade daquilo que autores contemporâneos lhe apresentam.

Você já deve ter percebido que vivenciar o Ensino Médio ou mesmo o Superior, não é tarefa fácil. No entanto,é bom saber que é possível encontrar quem lhe ouça e oriente  nestas fases. O que você não deve fazer é perder tempo procurando auxílio com quem não possui experiência nesta área.

No entanto, nós, enquanto mentores, com toda a certeza e segurança poderemos ajudar você a “aprender a estudar”, e também fornecer orientações que lhe ajudarão a se adaptar nas diversas etapas de sua vida estudantil.

Do mesmo modo como neste artigo, podemos descrever procedimentos básicos, que valem para quase todos os estudantes. Todavia, não é possível ignorar as características de individualidade dos alunos e das alunas. E é exatamente neste contexto que nosso trabalho se encaixa.

A propósito, saiba que os estudantes já podem se preparar aos poucos através de nossa mentoria, desde o Ensino Médio!

Através das sessões de mentoria, buscaremos compreender as necessidades e as particularidades de cada estudante para, a partir daí, dar-lhe o apoio e direcionamento adequados, juntamente com um acompanhamento do desempenho de nosso mentorado(a).

As atividades a serem propostas não consistem em aulas particulares de nenhuma disciplina em especial. Trata-se de um processo de treinamento e de aconselhamento individuais, que procura melhorar o desempenho escolar ou acadêmico do aluno ou da aluna (esteja ele ou ela ainda cursando o Ensino Médio ou já o Superior), aumentando a eficácia nos estudos, o melhor aproveitamento do tempo disponível e chegando, como conseqüência, à obtenção de boas notas nos resultados das provas e exames.

Resumindo, nosso objetivo básico é o de direcionar os estudantes a “aprender a estudar”.

Nosso processo de mentoria atua com êxito inclusive no caso do ensino à distância, por meio de computadores e smartphones – casos em que os principais problemas estão relacionados às dificuldades de acompanhamento e concentração por parte dos alunos e alunas.

Desenvolveremos conjuntamente as ferramentas que melhor se adequem às características pessoais de cada indivíduo. Contate-nos e falaremos a respeito disso. Poderemos agendar uma conversa através da plataforma “Zoom” ou equivalentes.

Nosso e-mail é:

aprendendoaestudar@aol.com

Caso prefira, segue nosso telefone:

11-99317-5812 (WhatsApp)

Não perca seu precioso tempo! Venha “aprender a estudar” conosco e comece agora mesmo.

Estamos no seu aguardo. Venha!

Prof. Arnaldo – mentor em educação, voltado a técnicas de estudo e aprendizagem.

 

Créditos:

Primeira ilustração:  https://www.flaticon.com/br/icones-gratis/propriedade-intelectual title= “propriedade intelectual ícones”   Propriedade intelectual ícones criados por Eucalyp – Flaticon

Segunda ilustração: https://www.flaticon.com/free-icons/intellectual-property title= “intellectual property icons”   Intellectual property icons created by Freepik – Flaticon

Terceira ilustração:  https://www.flaticon.com/free-icons/strategy   title=”strategy icons”  Strategy icons created by Freepik – Flaticon

O que você conhece a respeito da “Síndrome de Domingo”?

“O tempo flui de uma forma estranha aos domingos.” 

Haruki Murakami – escritor e tradutor japonês  (1949 –      ) 

Você conseguiu descansar na Sexta-Feira à noite. Relaxou no Sábado e no Domingo. Bem, não todo o Domingo. À medida que começou a escurecer notou um fato que semanalmente se repete. Trata-se da “Síndrome de Domingo”, um fenômeno bastante comum, conforme veremos adiante, mas que costumamos acreditar que acontece apenas conosco.

A partir do anoitecer começamos a divagar mentalmente a respeito do que nos espera na segunda-feira. As preocupações se intensificam, pensamentos das mais diversas naturezas, em geral todos eles desagradáveis começam a nos rondar. Passamos a antecipar situações estressantes – no trabalho, na Escola, na Universidade ou Faculdade. Para aqueles que trabalham, pode ser uma reunião tensa ou a visão de um chefe intragável. Para os estudantes, normalmente tratam-se de aulas de disciplinas insossas, provas, apresentações de trabalho ou outras avaliações. Em poucas palavras, estamos antecipando situações estressantes.

Antecipar problemas é uma característica perfeitamente normal. É devido a isso que procuramos chegar cedo ao aeroporto por ocasião de uma viagem, ou quando acondicionamos os itens mais importantes em uma bolsa de mão bem recheada ao invés de colocá-los na mala de mão (o que nos traria mais conforto), tendo em conta que a atendente poderia, durante o check-in, decidir despachá-la, para nosso contragosto.

Contudo, estamos nos referindo a uma situação estressante em se tratando de antecipar problemas, e que ocorre todos os Domingos à noite, com hora marcada e sem exceção! Os sentimentos com relação ao que está por vir ao longo da semana e pensamentos preocupantes em se tratando do futuro nos assombram regularmente nos últimos momentos do final da semana. Trata-se da “Síndrome de Domingo”.

A “Síndrome de Domingo” não necessariamente acontece neste dia. Trata-se de sentimentos de ansiedade ou de exaustão que estão presentes no dia anterior àquele em que retornamos às nossas atividades regulares.

Uma conhecida pesquisa realizada pelo site “Linkedin” concluiu que 80% dos profissionais reconhecem que a “Síndrome de Domingo” faz parte de suas rotinas de vida. Em se tratando dos “Millennials” e da “Geração Z”, ambas as categorias representando profissionais mais jovens, o índice sobe a 90% !

Há muitos casos de estudantes em férias que, vários dias antes do início das aulas, estabelecem uma contagem regressiva, vislumbrando os problemas que poderiam lhes afetar logo no primeiro dia do novo semestre. Trata-se de uma expansão da “Síndrome de Domingo”, que poderíamos por extensão denominar de “Síndrome do Final de Férias”.

Outro fator que colabora para a “Síndrome de Domingo” consiste na percepção de que o final de semana não foi bem aproveitado. Neste caso, registramos a sensação de que deveríamos ter passeado mais, relaxado mais, nos divertido mais, tudo isto para justificar o enfrentamento de mais uma semana de trabalho ou de estudos. O sentimento de culpa por termos deixado tarefas pendentes na semana que passou, transferindo-as para a semana entrante (o que não deixa de ser uma procrastinação…) é fonte de preocupação.

É curioso notar que, em muitos casos, mesmo que o final de semana tenha sido bem aproveitado, a “Síndrome de Domingo” também pode se manifestar. O motivo por detrás disto está na associação do trabalho ou estudos com situações estressantes. Estabelece-se, neste caso, um círculo virtuoso: quanto mais nossos pensamentos estão voltados ao estresse que nos espera, mais o cérebro vincula qualquer tipo de  trabalho e estudo como sinais de tensão e ansiedade.

Isto posto, no próprio Domingo à noite, quando os pensamentos a respeito do que estaria por vir se exacerbam, o estresse, a tensão e a ansiedade já estão presentes – independentemente de estarmos plenamente conscientes de que a Segunda-Feira ainda não chegou!

Diante do que foi exposto, de que modo poderíamos – através de recomendações as mais práticas possíveis – mitigar, reduzir ao máximo esta síndrome e, talvez, até mesmo eliminá-la por completo, principalmente no caso dos estudantes – o público para o qual estamos constantemente nos dirigindo?

A primeira recomendação consiste em desviar-nos o máximo possível da procrastinação, qualquer que seja. Discutimos muitos aspectos relacionados à procrastinação em artigos passados. Reexamine-os e notará como nos afetam negativamente em se tratando de sentimentos de culpa!

Outra dica interessante: sempre procure realizar o pior primeiramente. Nunca deixe as tarefas mais difíceis, estudos, trabalhos para o domingo à tarde. Se precisar necessariamente empregar o final de semana, dedique a Sexta-Feira à noite ou o Sábado pela manhã. Sempre deixe uma transição antes da Segunda-Feira para relaxar e se divertir. Reserve o domingo para isto. Caso tenha um hobby, dedique o domingo para atividades a ele relacionadas.

Aproveite o tempo durante a semana para seus estudos e trabalhos. Mesmo que tenha de fazê-los à noite (sem exageros…).

Se tiver condições, pense a respeito da possibilidade de se desconectar enquanto estiver num período de diversão. Desligar o smartphone, não acessar redes sociais, envolver-se o mínimo possível com atividades que possam desviar sua atenção nos momentos de descontração ajudam bastante.

Se você se habituar a colocar em primeiro lugar o relaxamento e o descanso neste tempo livre, constatará uma redução no estresse de Domingo e a semana transcorrerá com mais naturalidade. Tudo se resume a não postergar tarefas, a manter seus estudos em dia, bem como os trabalhos e outras atividades que necessita preparar e entregar aos seus professores. Claro é que nem sempre isto acontece, trata-se de uma situação idealizada. No entanto, o simples fato de você buscar esta condição ideal, mesmo que a atinja parcialmente, já será suficiente para abrandar significativamente a “Síndrome de Domingo”.

Nossas técnicas de estudo devem ser ajustadas para mais este fator. Todavia, não podemos perder o foco e a capacidade de concentração. Não há necessidade de desligar seu “smartphone”  e se afastar das redes sociais, com a condição de que consiga usar estes artifícios em seu benefício, de modo inteligente e conscientemente. Assim o caminho estará aberto para que você consiga aprimorar seu rendimento escolar e/ou acadêmico, obter melhor aproveitamento do tempo de estudo e obter bons resultados nas avaliações.

Nós podemos fornecer o apoio e as orientações necessárias, através de um acompanhamento personalizado. Trata-se de um serviço de mentoria cujo objetivo consiste em “aprender a estudar”.

Conheça a proposta de nosso trabalho, contatando-nos por meio de e-mail ou WhatsApp. Estamos no aguardo de seu contato, a partir do qual poderemos conversar a respeito de que modo estruturaríamos nosso auxílio e como lhe ajudaríamos neste processo.

Procure-nos, sem qualquer compromisso de sua parte. Ficamos no aguardo!

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Caso seja de sua preferência, nosso telefone é:

(11) 99317-5812

Teremos o máximo prazer em responder o mais rapidamente possível às suas mensagens e agendar um contato inicial através de mídia eletrônica. Estamos no aguardo!

Venha “aprender a estudar” conosco. Estamos te esperando!

Prof. Arnaldo

 

Créditos:

Primeira ilustração:  Image by  https://www.freepik.com/free-vector/fomo-fear-missing-out-concept_9924837.htm     Freepik

 Segunda ilustração:  https://www.freepik.com/free-vector/isometric-panic-attack-people-horizontal-banners-set-w_13749467.htm#page=2&query=fear%20icons&position=4&from_view=keyword&track=ais      Image by macrovector on Freepik

Terceira ilustração: https://www.freepik.com/free-vector/fear-concept-illustration_11121447.htm#page=2&query=fear%20icons&position=8&from_view=keyword&track=ais     Image by storyset on Freepik

Spinoza, no século XVII, já desenvolvia considerações a respeito de como reter informações!

Em nosso artigo anterior (dezembro de 2020) iniciamos nossa apresentação através de uma citação atribuída ao filósofo Baruch Spinoza. Neste mês estamos nos propondo a divulgar um trecho de seu trabalho denominado de Tractatus de Intellectus Emendatione – em Português, “Tratado da Correção do Intelecto”.

Apesar de ter sido publicado (postumamente) em 1677, é interessante notar como seus  comentários permanecem atuais e como se encaixam nos temas tratados em muitos de nossos textos.

Com o objetivo de contextualizar os comentários que se seguem, é interessante mencionar que Baruch (de) Spinoza viveu entre 1632 e 1677. Era judeu (sefaradita), tendo nascido nos Países Baixos de uma família que havia fugido da inquisição portuguesa. Foi um dos primeiros pensadores do Iluminismo, ou “Século das Luzes” – um movimento intelectual e filosófico que causou uma revolução nas ideias da época e que teve muita significância em parte dos séculos XVII e XVIII. 

Não se preocupe com o escrito extremamente rebuscado do texto. Atente basicamente para alguns conceitos que, de modo bastante semelhante, já foi comentado em ocasiões passadas.

Spinoza afirmava:

“Quanto mais algo é inteligível, mais facilmente se retém, e, ao contrário, quanto menos, mais facilmente o esquecemos.

Por exemplo, se eu transmitir a alguém uma porção de palavras soltas, muito mais dificilmente as reterá do que se apresentar as mesmas palavras em forma de narração, reforçada também sem auxílio do intelecto, a saber, pela força mediante a qual a imaginação ou o sentido a que chamam comum é afetado por alguma coisa singular corpórea.

Digo singular, pois a imaginação só é afetada por coisas singulares. Com efeito, se alguém ler, por exemplo, só uma novela de amor, retê-la-á muito bem enquanto não ler muitas outras desse gênero, imaginam-se todas juntas e facilmente são confundidas.

Digo também corpórea, pois a imaginação só é afetada por corpos. Como, portanto, a memória é fortalecida pelo intelecto e também sem ele, conclui-se que é algo diverso do intelecto e que não há nenhuma memória nem esquecimento a respeito do intelecto visto em si. O que será, pois, a memória? Nada mais do que a sensação das impressões do cérebro junto com o pensamento de uma determinada duração da sensação, o que também a reminiscência mostra.

Realmente, nesta a alma nessa sensação, mas não sob uma contínua duração, e assim a ideia desta sensação não é a própria duração da sensação, quer dizer, a própria memória. Se, porém, as próprias ideias sofrem alguma corrupção, veremos na filosofia. E se isto parece a alguém muito absurdo, bastará para o nosso propósito que pense ser tanto mais facilmente retida uma coisa quanto mais for singular, como se vê do exemplo da novela que acabamos de dar.

Além disso, quanto mais uma coisa é inteligível, mais facilmente é retida. Logo, não podemos deixar de reter uma coisa sumamente singular e somente inteligível.”

Interessante não é mesmo? Vamos pois retornar à nossa época onde já é possível, na prática, aplicar técnicas de aprendizagem que foram desenvolvidas tanto teórica como experimentalmente e que nos possibilitam aprender a estudar com eficiência e com alto rendimento. Nosso trabalho se baseia em aplicar procedimentos testados e aprovados em estudantes que sentem dificuldades em assistir às aulas no que tange à retenção da matéria apresentada, na concentração, em realizar as tarefas extraclasse, no estudo em casa e na obtenção de boas notas nas avaliações.

Desenvolvemos técnicas especialmente dimensionadas e adaptadas para atender às necessidades específicas de cada aluno ou aluna. Através de uma reunião inicial e informal, via “Skype” ou “Zoom”, procuramos conhecer as especificidades de cada estudante, suas dificuldades e necessidades de modo a propor um conjunto de procedimentos que os auxiliarão no ajuste de seus procedimentos, objetivando desde assistir às aulas com maior aproveitamento até a obtenção de maiores  notas nas avaliações, passando pelo estudo com maior eficiência, maior rendimento na realização das tarefas propostas e na melhoria do interesse em aprender.

Conheça nossa proposta. Contate-nos ainda hoje através de mensagens escritas ou de áudio através de nosso WhatsApp ou escreva-nos através de e-mail. Nossos meios de contato estão indicados a seguir:

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Aguardamos suas consultas e comentários. Propomo-nos a lhe responder o mais rapidamente possível. Até breve!

Uma reflexão pessoal a respeito do “bullying”, das dificuldades dos alunos em estudar e outras considerações pertinentes

Neste artigo, que considero como tendo um viès pessoal, considerei a conveniência de comentar algo a respeito das dificuldades com as quais me deparei quando estudante nos então assim chamados cursos primário e ginasial (há tempos… mais de cinqüenta anos!), seja no aspecto da aprendizagem em si, seja como personagem em um ambiente escolar hostil em se tratando de colegas de turma.

Some-se a isto o fato de que esta situação era tratada, na maioria das vezes, com indiferença por parte do corpo docente. O curioso, todavia, é que até hoje confesso que não sei se isto acontecia intencionalmente ou por real desconhecimento do que ocorria no dia-a-dia naquele ambiente escolar. Naquela época não havia uma denominação específica para caracterizar o comportamento apresentado pelos alunos em sala de aula ou nas demais dependências da escola… Por vezes inclusive fora dela.

Atualmente, com base nas pesquisas de Dan Olweus em 1999, surgiu o termo “bullying”, gerúndio do verbo inglês “to bully”, cuja ideia é a de “tiranizar, oprimir, ameaçar, amedrontar”. Na língua portuguesa não há um termo único para traduzir o conceito. Uma aproximação razoável, no caso do público escolar, seria “assédio moral infantojuvenil”.

 

O “bullying” consiste em um termo que abrange atos de violência física e/ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou um grupo, causando dor e angústia. Acrescente-se a isto que estas ações são executadas dentro de uma relação desigual de poder, deixando sequelas psicológicas nas pessoas atingidas.

A prática de “bullying” tem um grande poder de destruir a autoestima das vítimas, uma vez que estas são obrigadas a permanecer no ambiente escolar e serem submetidas todos os dias a humilhações diante dos colegas de turma.

Há uma outra faceta do “bullying” que não estamos levando em consideração neste texto. Trata-se do “cyberbullying”, que se desenvolve no mundo virtual. A Internet possibilita ao agressor manter seu anonimato, tornando-se um ambiente convidativo a insultos, atitudes vexatórias, divulgação de imagens constrangedoras (muitas vezes artificialmente fabricadas) além de um conjunto de outras atitudes, planejadas de modo ardiloso por um ou mais indivíduos visando afetar negativamente um colega.

Voltemos agora ao ambiente escolar. Curiosamente, foi justamente devido ao fato de ter sido alvo de “bullying” é que tive a oportunidade e a curiosidade, ao longo de minha vida profissional como docente, de observar e analisar o comportamento de meus alunos em sala de aula e de inibir quaisquer atos de agressão, verbal ou física, por mais sutis que pudessem transparecer e conversando com a turma a respeito destas atitudes.

Paralelamente, talvez como conseqüência destes “bate-papos” informais (ressaltando-se que minha formação profissional não é voltada para os campos psicoterapêutico, psicológico ou pedagógico) ou mesmo por uma questão de oportunidade, por estar envolvido mais profundamente com o alunado, uma outra característica que constatei e nela me aprofundei foram os aspectos que levavam os estudantes a apresentar baixo rendimento nas atividades escolares. Comecei a estudar a respeito com afinco, podendo afirmar que hoje disponho de uma importante base de conhecimentos, que me levou a bem compreender os problemas das mais diferentes naturezas e que afetam uma importante parcela do alunado, inclusive aqueles que já freqüentam o ambiente universitário.

Posso afirmar com segurança que adquiri uma sensibilidade especial para compreender e sentir empatia com estudantes que não se sentem a vontade nos estudos, tendo desenvolvido técnicas que lhes permitem “aprender a estudar”, independentemente da disciplina abordada.

Cabe aqui, no entanto, distinguir as abordagens de motivação, de persistência, de interesse, de aquisição de bons hábitos ao estudar, de não procrastinação e de concentração (os elementos aos quais me dedico a fazer com que o estudante se aprimore) de demais questões voltadas ao âmbito psicoterapêutico e psicopedagógico, tais como a dislexia, a disortografia, a discalculia, o déficit de atenção e a hiperatividade, dentre outros que merecem um acompanhamento médico e/ou psicológico. O próprio “bullying”, destacado no início deste artigo, esta crueldade que hoje em dia é reconhecida como um problema real pela maior parte das instituições de ensino (e, acreditem… infelizmente não por todas!), já está sendo colocado diante de perspectivas mais adequadas e devidamente atacado.

Voltemos no entanto ao meu caso pessoal, que gostaria de continuar a apresentar. Tornei-me Educador, Professor de Engenharia, com Mestrado e Doutorado na área de Sistemas Eletrônicos. Além disso, especializei-me em Didática do Ensino Superior, lecionei e continuo nesta atividade ao longo de décadas, podendo afirmar com toda a segurança que já tive contato com perfis os mais variados possíveis em se tratando de estudantes, tendo observado e atuado nos mais diferentes problemas dentro da questão do processo de ensino e aprendizagem, das dificuldades do aluno em estudar, inclusive acompanhando situações complexas, algumas das quais consideráveis como inimagináveis…

 

Conforme havia comentado no início deste artigo, a empatia diante das dificuldades dos alunos sempre foi uma característica marcante de minha personalidade. Ao longo do tempo, permeado por muitas conversas e aconselhamentos junto aos meus pupilos (permito-me a assim denomina-los…), desenvolvi, pesquisei e apliquei muitas técnicas com o objetivo de melhorar o desempenho dos estudantes. Obviamente, haviam situações em que o caso requeria um acompanhamento especial, no contexto médico, fugindo de minha alçada. Todavia, se a questão envolvia aspectos relacionados ao “aprender a estudar”, podendo abranger o emprego de ferramentas que eu, como Educador, já dominava, treinava e aplicava, sempre que a oportunidade surgia, procurava utilizá-las. O sucesso em termos de resultados práticos era rápido e evidente.

Bem, procurei através deste texto disseminar minhas atividades como mentor em técnicas de estudo e aprendizagem para o “além-muros” das instituições de ensino. Convido aos que se interessarem pela proposta a uma consulta, onde poderemos, conjuntamente, melhor avaliar como poderia ajudar a atenuar ou solucionar de vez problemas de eficiência, rendimento e aproveitamento nos estudos. Seja dirigido aos pais ou aos próprios estudantes, disponho esta mentoria no âmbito do “aprender a estudar”, com o objetivo de proporcionar resultados efetivos, sempre que for conduzida e seguida com consistência. Deve haver para isto, sem sombra de dúvida, a colaboração necessária por parte do aluno. Evidentemente, procuramos cativa-los para tanto.

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Prof. Arnaldo.